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Archive for the ‘PS e PSD: partidos colaços’ Category

A CULPA NÃO FOI SÓ DO OUTRO BANDIDO

Posted by * em 17/05/2013

“Lobo Xavier diz que PSD e CDS é que forçaram intervenção da troika

Ver: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3224973

CDS-PP, PSD, PS: todos partidos da direita, todos defensores dos exploradores, tudo isto a mais abjecta bandidagem político-social. Ainda há quem queira fazer crer que um é bandido e outro anjinho, outro quiçá arcanjo, mas nós sabemos que são todos o mesmo esterco. Só não vê que não quer… e esses que adoram não ver até chegam a provar das fezes, por gulodice. Uns decepcionam-se, outros habituam-se e já não querem outro manjar.

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ESSES BANDIDOS TERÃO DE SER JULGADOS!

Posted by * em 29/06/2012

“O défice orçamental no primeiro trimestre agravou-se para
7,9 por cento do PIB
ficando acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano e acima dos 7,5 por cento verificados em igual período de 2011″.

Fonte: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2638646

Sim, os bandidos que estão a destruir o país terão de ser julgados!
O lugar deles, como diz o povo, é na prisão!

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PASSÓCRATES E OUTROS QUE TAIS

Posted by * em 29/03/2012

O Passócrates e o seu PSDois (assim como os fachos do Partido do Peculato), desunham-se em querer parecer diferentes do Partido do Pinócrates. Mas não é fácil distinguir a imundice da imundície.

Vejamos:

  • todos eles servem os exploradores (e defendem o capitalismo na sua vertente mais agressiva, a neoliberal);
  • todos eles atacam os trabalhadores, sindicatos, etc.;
  • todos eles estão envolvidos em mil e uma tramóias e negócios hipermegasuperobscuros;
  • todos eles são mentirosos até à medula.

Em relação a esta última característica, basta dizer que a mentira começa logo no nome dos partidos:

  • o “Partido Social Democrata” detesta a social-democracia mas não tem vergonha em ostentar o nome de “Social Democrata”;
  • o CDS-PP é um partido de direita (de extrema-direita) e defensor dos mais ignóbeis exploradores do povo, mas não tem o mínimo pudor em se rotular de “Centrista” e “Popular”;
  • o “Partido Socialista” detesta o socialismo e adora o capitalismo, mas não tem pejo em se fazer passar por “Socialista”.

É como dissemos: mentirosos até à medula, trapaceiros do pior, defensores da mais vil exploração.

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DESCULPE; DISSE «ESQUERDA»?

Posted by J. Vasco em 06/07/2011

«Programa da troika é positivo para Portugal»

Estas palavras foram proferidas a 6 de Maio de 2011 (há apenas dois meses), quando Vieira da Silva era ministro da Economia. Nos tempos próximos, durante os quais o PS vai voltar ao verbalismo de «esquerda» para enganar incautos, é sempre bom tê-las presentes. Elas expressam o essencial da posição do PS sobre as medidas da troika. Agora que Vieira da Silva foi posto à frente da comissão parlamentar que vai acompanhar o cumprimento das medidas da troika, o pedido feito por Cavaco na tomada de posse do governo vai ser levado a bom porto. O pedido, se bem se recordam, era que PS, PSD e CDS pudessem cooperar na implementação do «pacote de austeridade». Ámen.

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PONTO FINAL

Posted by J. Vasco em 31/05/2011

Em nome da «lisura» e da «clareza», o Jorge Carvalheira vem pôr um «ponto de ordem» na mesa.

Pela parte que me toca, depois de algumas observações, porei também um ponto final nesta discussão.

Em relação ao tema do «ódio a Sócrates» e minudências afins, deixo a barganha para os jugulentos, para os arrastados e para o Pitta. A coisa, superficial e irrelevante, parece ser muito adequada a estas pessoas de alto nível, cada uma mais coberta de verniz «democrático» e de «esquerda» do que a outra. Sinceramente, interessa-me mais, em política, perceber que grandes tendências sociais ela expressa, que classes sociais se enfrentam em cada momento, qual a correlação entre elas nos planos económico, social e institucional. É este o cerne da luta política. Por mais ruído que se faça, sem isto não se perceberá muito do que se passa. E o tempo pode então ser dedicado a discutir o «ódio a Sócrates» e afins.

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NÃO É NEGANDO A REALIDADE QUE SE SAI DA NOITE ESCURA

Posted by J. Vasco em 26/05/2011

Ernst Thälmann (1886-1944)

O meu amigo Jorge Carvalheira começa por bater a uma porta que já está aberta: é verdade que a vida é, na essência, prática, não-linear, concreta, complexa. É justamente por isso que a teoria – ao contrário do que ele parece defender – se torna tão necessária. Sem teoria não há acção consciente – há apenas resposta a estímulos. Como se há-de ver.

Sentado nesta concepção «vitalista», o Jorge Carvalheira diz depois que sente «pena» e «vergonha» de «ver os comunistas mancomunados com a direita mais vil». São palavras fortes e terríveis, com efeito. Note-se, no entanto, que se adoptarmos como critério de definição de esquerda simplesmente apoiar as medidas do PS (apenas porque vêm do PS, abstraindo, portanto, do seu conteúdo real: social e político) e verificarmos a seguir que mais de 90% daquilo que foi aprovado na Assembleia da República por proposta do «partido de Sócrates» contou com o voto favorável do PSD e que o programa da «troika» é partilhado por PS, PSD e CDS – então das duas uma: ou o PSD é um partido mais à esquerda do que o PCP, ou o Jorge Carvalheira, em relação aos comunistas, alinha com o discurso da «direita mais vil». O que é «pena» – e a «vergonha» que sente percebe-se melhor.

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ANGELOFANIA

Posted by J. Vasco em 15/05/2011

Os mais tótós ainda papam a repisadíssima história da carochinha de que Ferro Rodrigues representa uma tão vaga quanto inexistente «ala esquerda do PS». Com efeito, há uns dias o homem apareceu em público a matar. Com o intuito de passar manteiga pelo pêlo desses tótós cheios de credulidade, informou-nos – e bem – Ferro Rodrigues de que o programa do PSD é de «direita radical». A jogada era dar a aparência de um profundo contraste em relação ao PS, partido defensor do «estado social» (não se ria, leitor!). Esqueceu-se, no entanto, de acrescentar que o PS partilha exactamente esse programa, o famigerado «memorandum de entendimento» da troika, com o PSD e com o CDS.

O melhor, porém, vem a seguir. Depois das eleições, Ferro Rodrigues defende convictamente uma aliança governativa de «largo consenso». Com quem? Espantoso, não é? Nem mais nem menos do que com a «direita radical», isto é, com os amigos de sempre: PSD e CDS.

Pobres tótós – que continuam embalados nesta pífia angelofania «de esquerda».

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A NÃO ESQUECER (II): AS GUERRAS COLONIAIS DA TROIKA PS/PSD/CDS

Posted by J. Vasco em 09/05/2011

A República Portuguesa, pela mão de PS, PSD e CDS, participa desde 1991 em guerras coloniais pelo mundo fora. Assim que o capital ocupa um país, destrói as suas infra-estruturas, arruína a sua economia, dizima a sua população, lá vai, em bicos de pés, a burguesia portuguesa tentar recolher as migalhas do banquete rapace encabeçado pelas suas congéneres alemã, estado-unidense, francesa e inglesa. Os seus três partidos históricos preparam o terreno para o efeito, ao mesmo tempo que encerram, no país, a metalomecânica pesada, os altos-fornos, a siderurgia, os estaleiros navais, o têxtil. Se a exportação de capitais é quase impossível para a burguesia portuguesa; se a exportação de mercadorias não é satisfatória – então há que participar nos lucros que as guerras coloniais geram.

No ano de 2011, a coberto do eufemismo «operações humanitárias e de apoio à paz», Portugal, como invasor colonial, está presente, entre outros países, no Iraque, no Afeganistão, nos Balcãs, na Somália, até na Líbia. É bom não esquecer. Portugal, como invasor colonial, participa na pilhagem, na destruição e na morte. Em nome do lucro e do capital. Pelas mãos cheias de sangue da troika PS/PSD/CDS, qual dos três o mais «democrático».

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NÃO ENTRES TÃO DEPRESSA NESSA NOITE ESCURA

Posted by J. Vasco em 30/04/2011

Se o meu amigo Jorge Carvalheira se der ao trabalho de virar a atenção, por um segundo, para a Grécia antiga dos séculos VI e V antes da nossa era – que diferenças encontrará entre Esparta e Atenas, por exemplo? Em termos da forma política do estado, do peso relativo das diferentes actividades económicas, das preocupações pedagógicas – algumas, com certeza. Os hilotas e os periecos, com efeito, não tinham as mesmas características económicas e sociais dos metecos.

Uma cabeça entupida de senso comum olha para estas diferenças, no movimento seguinte genuflecte diante das aparências – e acaba consagrando-as como a contradição determinante da Grécia clássica, afirmando que num lado há ditadura e que noutro existe democracia. Mas um indivíduo medianamente cultivado, portador de espírito crítico, sujeito de razão (e um escritor a sério, por força do seu ofício, é tudo isto a multiplicar por 10), observa as mesmas diferenças, integra-as na totalidade concreta a que estão ligadas e onde ganham estação, e nunca lhe passará pelo sentido negar que o estado grego, seja ele o de Esparta ou o de Atenas, não é outra coisa senão o estado dos escravistas, não é mais do que a organização dos proprietários de escravos para manter, consolidar e aprofundar o seu domínio de classe sobre os escravos. Este indivíduo, raciocinando desta forma, transitou da aparência à essência, não para negar a aparência, mas para explicá-la no seu movimento de manifestação e de aparecimento. Este indivíduo, pensando desta maneira, nem sequer negou a especificidade dos metecos em Atenas: integrou-a na contradição determinante, fundamental, essencial, da sociedade grega. Leia o resto deste artigo »

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CAVACO, O CANDIDATO DO PS

Posted by J. Vasco em 30/01/2011

«Reunido em comissão nacional, o PS viu na vitória de Cavaco “a leitura de que há um forte sentimento de estabilidade política na sociedade portuguesa”, que é também um desejo de “estabilidade política ao nível do Governo”.».

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DEPOIS DAS ELEIÇÕES

Posted by J. Vasco em 24/01/2011

 

A vitória de Cavaco vai favorecer o grande objectivo a curto prazo da burguesia portuguesa: um governo de coligação, «estável, forte e de consenso alargado», entre PS, PSD e CDS. Vai ser a comissão de serviço do FMI em Portugal (como, de resto, nunca deixou de ser, embora com outros arranjos).

Cá estaremos, para o que der e vier. Somos corredores de fundo, vimos do fundo do tempo e não abandonamos o nosso posto.  

A luta continua!

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O EPÍLOGO DA FARSA APROXIMA-SE

Posted by J. Vasco em 12/10/2010

Eanes, Soares e Sampaio deram ontem o seu contributo conjunto para a farsa que está em cena há alguns meses, montada em torno de pretensas clivagens profundas entre PS e PSD (os patuscos do costume morderam o isco, pela milésima primeira vez, e não se cansam, nunca se cansam, de encontrar, «apesar de tudo, diferenças entre eles»). Fazendo uso de um tom dramático e quase apocalíptico, fustigaram as «dissensões entre PS e PSD», apelaram ao «sentido de responsabilidade», e clamaram por um entendimento entre «os dois grandes partidos» para a aprovação do orçamento.

Cabe perguntar: alguma vez, em trinta e cinco e anos, estes partidos deixaram de dar as mãos para aprofundar a exploração capitalista e para fazer avançar a contra-revolução? Quem aprovou, sempre, os orçamentos de estado, consoante as necessidades aritméticas de cada momento?

O epílogo da farsa está, entretanto, próximo. Virá com a aprovação de mais um orçamento que penaliza fortemente as condições de vida dos trabalhadores.

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RESPONSABILIDADES HISTÓRICAS ASSUMIDAS

Posted by J. Vasco em 27/03/2010

«No final do seu discurso, a presidente do PSD foi aplaudida de pé pelo grupo parlamentar social democrata e, a seguir, ouviu um elogio do líder parlamentar do PS. Francisco Assis disse a Manuela Ferreira Leite que, ao abster-se em relação ao projeto de resolução do PS, “o PSD assume as suas responsabilidades históricas como grande partido da oposição que é hoje”. “É talvez, senhora deputada, uma das últimas decisões que terá tomado enquanto líder do seu partido”, referiu o líder parlamentar do PS, considerando que essa decisão “prestigia a política e enobrece o PSD”. Na resposta, Manuela Ferreira Leite disse seguir o lema de Sá Carneiro primeiro o país, de seguida o partido”, que “não pode ficar só pelas palavras”, e lamentou “ter sentido que era absolutamente essencial para o país” a abstenção do PSD.».

Expresso on line

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PS E PSD: PARTIDOS COLAÇOS

Posted by J. Vasco em 25/03/2010

Há trinta e cinco anos, o experimentado e agudo contra-revolucionário profissional Frank Carlucci chegou a Portugal, viu mais longe e visou certo. Face ao susto de um processo revolucionário a caminho do socialismo, Carlucci, para garantir a vigência da exploração capitalista na formação sócio-económica portuguesa, abandonou no momento oportuno o voluntarioso, mas desastrado, Spínola, e apostou no cavalo (de Tróia) mais fresco e que melhores garantias lhe oferecia: Mário Soares e o PS.

Para os interesses da burguesia a jogada foi de mestre, já que nessa altura o PS tinha uma base eleitoral e militante cavada no mundo laboral, arrastava alguns sectores da social-democracia de esquerda, e, a coberto de uma linguagem «socialista» e de «esquerda», podia com mais eficácia, a partir mesmo das instituições e do poder político, a partir de «cima»,  atacar as conquistas sociais e económicas da revolução, travar o processo revolucionário e dar expressão política e constitucional à contra-revolução. O PS desempenhava-se prodigiosamente destas tarefas, de conteúdo abertamente direitista e contra-revolucionário, de braço dado com os outros «partidos da ordem» & CIA. Limitada: PPD, CDS, militares spinolistas, e outras velharias. Mas tinha um trunfo na manga para a demagogia passar melhor: essa tal base de apoio social-democrata, de «esquerda», que se distinguia dos sectores mais fanatizados, ressabiados e saudosos do fascismo, agrupados em torno do PPD de Sá-Carneiro.

Trinta e cinco anos passaram…

PS e PSD – à vez ou mancomunados, com gritaria e estardalhaço ou com carícias e palavras melodiosas – lá foram levando a cabo um fastidioso, aturado e paciente trabalho de sapa: institucionalizar a contra-revolução, normalizá-la, elevá-la (tarefa a mais difícil, a mais engenhosa) a modo «natural», «espontâneo», a-histórico, de produzir e reproduzir o viver em comunidade. Os episódios foram muitos e seria nauseante recordá-los aqui detalhadamente.

Em relação ao PS, a única coisa que mudou durante este lapso temporal foi que nem em termos de base eleitoral ele se distingue já, de forma clara e demarcada, do PSD. As direcções dos dois partidos propõem-se gerir competentemente os interesses dos capitalistas portugueses. Diferem apenas em termos de pormenor: os timings para implementar esta ou aquela medida, os ritmos de exploração a coordenar, as prioridades a ter em conta no investimento, a extensão e a profundidade dos cortes nas funções sociais do estado, etc. E se o PSD, em geral, convive mal com o regime constitucional saído da revolução de Abril, o PS desliza perigosamente para esse campo, e a todo o gás.

Que haja hoje em dia alguns patuscos que se dedicam a comparar minudências entre os dois partidos para, no movimento seguinte, encontrarem afinal «profundas diferenças» entre eles – não nos pode espantar: é jogada que alimenta a legitimação do rotativismo. Mas que algumas pessoas que se dizem de «esquerda», a cada acto eleitoral, reaqueçam pela milésima primeira vez o tema, ou cheguem ao ponto de lobrigar neste governo uma cidadela acossada pelas direitas, só nos pode agastar, fazer encolher os ombros e mandá-las passear.

Ou então, numa derradeira e desesperada tentativa de diálogo, lançar-lhes esta pergunta: que comentário avançam em relação à aprovação do PEC? Vá lá, cheguem-se à frente e respondam-nos… Digam qualquer coisa de esquerda, qualquer coisa de civilizado, qualquer coisa…

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