OLHE QUE NÃO

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Archive for the ‘Marx’ Category

MARX ACERCA DO MOVIMENTO DEFESA DAS ESCOLAS PADRÓFILAS?

Posted by * em 05/06/2016

Não! É apenas Marx acerca da Igreja Anglicana. Mas que parece, parece…

“A Igreja Superior inglesa (…) mais depressa perdoa o ataque a 38 dos seus 39 artigos de fé do que a 1/39 do seu rendimento em dinheiro”

K. Marx, Prefácio à primeira edição de “O Capital”

 

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O VELHO MOURO TINHA TODA A RAZÃO

Posted by * em 30/06/2015

“As ideias da classe dominante são, em todas as épocas, as ideias dominantes, ou seja, a classe que é o poder material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, o seu poder espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios para a produção material dispõe assim, ao mesmo tempo, dos meios para a produção espiritual, pelo que lhe estão assim, ao mesmo tempo, submetidas em média as ideias daqueles a quem faltam os meios para a produção espiritual. As ideias dominantes não são mais do que a expressão ideal [ideell] das relações materiais dominantes, as relações materiais dominantes concebidas como ideias; portanto, das relações que precisamente tornam dominante uma classe, portanto as ideias do seu domínio.”

Karl Marx, A ideologia alemã

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A HISTÓRIA E A DIALÉCTICA

Posted by qmiguel em 01/03/2012

«A história pode ser examinada sob dois aspectos. Podemos dividi-la em história da natureza e história dos homens. No entanto, não podemos separar estes dois aspectos; enquanto existirem homens a sua história e a história da natureza condicionar-se-ão reciprocamente.» Marx e Engels, Ideologia Alemã-passagem rasurada

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MARX EM MAIO

Posted by * em 06/02/2012

CONGRESSO INTERNACIONAL MARX EM MAIO

3, 4 e 5  de Maio de 2012

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

(ANFITEATRO 1)

ENTRADA LIVRE

 

Nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012, realizar-se-á, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXI, organizado pelo Grupo de Estudos Marxistas (GEM). Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da Filosofia, da História e da Economia, mas também das Ciências naturais, das Artes plásticas, da Política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento  científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.

A lista dos participantes, assim como o título das comunicações estão disponíveis em: http://marxemmaio.wordpress.com

Para mais informações, contactar : grupodeestudosmarxistas@gmail.com

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NOS 140 ANOS DA COMUNA DE PARIS

Posted by qmiguel em 23/10/2011

No ano em que se comemora os 140 anos da comuna de paris não poderiamos passar sem deixar a nossa homenagem a este acontecimento maior da história da humanidade.

“Os princípios da comuna são eternos e não podem ser destruídos. Eles ressurgirão sempre de novo até que a classe operária se emancipe.” K.Marx

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DO ABSTRACTO E DO CONCRETO

Posted by J. Vasco em 05/12/2010

«O concreto é concreto, porque é a reunião de muitas determinações, portanto, é unidade do diverso. No pensar, aparece, pois, como processo da reunião, como resultado, não como ponto de partida, apesar de ele ser o ponto de partida real e, portanto, também o ponto de partida da intuição e da representação. O método de subir do abstracto ao concreto é, para o pensar, apenas a maneira de se apropriar do concreto, de o reproduzir como um concreto espiritual. De modo nenhum é, porém, o processo de génese do próprio concreto.».

Karl Marx, Grundrisse, Capítulo 1, 1857

NOTA: mesmo entre aqueles que se consideram marxistas, subsiste por vezes a ideia de que o concreto se reduz ao corpóreo, ao imediato, ao positivo e ao discreto. Este erro não deixa de trazer sérias e desastrosas consequências, quer a nível teórico, quer em relação à prática. O concreto é o multiplamente determinado, é um sistema de relações (intrínsecas e extrínsecas) – e é tudo isso processual e historicamente, ou seja, em devir. O abstracto é o separado, o isolado (relativamente) de uma totalidade. O abstracto é um momento da reconstituição concreta (espiritual) do concreto (material). Eis um dos aspectos da dialéctica do abstracto e do concreto, que Marx tão profundamente pensou.  

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