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Archive for the ‘Francisco Lopes’ Category

AMANHÃ É DIA DE DAR EXPRESSÃO ELEITORAL À LUTA DOS TRABALHADORES E DO POVO, É DIA DE VOTAR FRANCISCO LOPES

Posted by J. Vasco em 22/01/2011

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O QUE ESTÁ EM JOGO NAS PRESIDENCIAIS

Posted by J. Vasco em 10/01/2011

Qual é a grande questão que se coloca na eleição presidencial do próximo dia 23 de Janeiro?

A cartilha dominante, soprada aos quatro ventos por um monolítico coro de «comentadores» encartados, de reaccionários de direita e de «radicais» da «esquerda» chique (de extracção «autonomista», ou de obediência social-democrata), garante-nos de dia e de noite que se trata de eleger um homem para um cargo unipessoal. E por aqui se ficam, presos nesta «lógica» férrea. Nada mais há do que eleger um homem, sair de cena e deixar que ele aja por nós, esperando que seja «competente», «justo», «solidário», «interventivo», «isento», blá-blá-blá. O contexto social que envolve a eleição e para o qual ela se dirige; os conflitos e as contradições políticas em presença; o conteúdo e o programa político de cada candidato; as forças sociais que são por eles chamadas a intervir e a defender os seus interesses – tudo isto (no fundo, as questões verdadeiramente capitais que estão em jogo a 23 de Janeiro) é olímpica, mas não desinteressadamente, ignorado e posto debaixo do tapete pelo nosso coro, em favor de barganhas em torno das mais rasteiras aritméticas de bolso e insignificâncias afins.

No dia 23 de Janeiro de 2011, o que se vai decidir é se a luta dos trabalhadores e do povo tem na presidência da república um órgão que com ela se identifica, dando-lhe com isso força institucional, peso político e maior capacidade de resistência para as grandes lutas futuras; ou se, pelo contrário, a presidência da república, mancomunada com São Bento, será, como até aqui, um pilar político da burguesia e um farol das privatizações, dos PEC’s, da destruição das conquistas dos trabalhadores e das guerras coloniais chefiadas pela NATO.

Apenas a candidatura de Francisco Lopes se encontra em medida de cumprir o primeiro desígnio. Por se assumir como um projecto político definido, claramente em ruptura com a agenda burguesa; por encontrar as suas raízes e o seu horizonte no movimento operário e popular; ao contrário de todas as outras candidaturas, que pedem votos para eleger um qualquer «grande homem», por concitar a acção própria das grandes massas, não vendo na sua eleição um fim pessoal, esgotado em si próprio: «Com toda a confiança, dirijo-me aos trabalhadores e ao povo de Portugal: é preciso transformar desânimos e resignações em esperança combativa. Confiem nas vossas próprias forças! Mobilizem a vossa vontade, energia e capacidades!» (Francisco Lopes, declaração de candidatura, 10 de Setembro de 2010).
   

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ARRASADOR

Posted by J. Vasco em 06/01/2011

Foi assim que esta senhora ficou – siderada, sem defesa, arrasada – depois da entrevista de ontem, na RTP 1, a Francisco Lopes. Habituada que está, quando não gosta das ideias que defendem, a manietar os entrevistados, a atropelar-lhes o raciocínio e a afastar (com maior ou menor subtileza) as questões verdadeiramente incómodas para a classe dominante, Judite de Sousa foi posta no seu devido lugar. Francisco Lopes mostrou-se corajoso, combativo e acabou por ser ele a determinar o rumo da entrevista. Por mérito próprio, teve ainda ocasião, em tão pouco tempo, de desmistificar a falsa ideia que por aí corre de que o BPN foi «nacionalizado». Não, não foi.  O erário público anda a pagar os despojos do festim da clientela cavaquista, enquanto as alavancas fundamentais do banco, assim como os seus activos, continuam nas mesmas mãos.

Judite de Sousa bem tentou calar Francisco Lopes. Mas não pôde. Ele esteve arrasador.   

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