OLHE QUE NÃO

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Archive for the ‘cRato’ Category

MENTIRAS DO MOVIMENTO DE DEFESA DA ESCOLA PRIVADA

Posted by * em 27/05/2016

 

          A medida que o Ministério da Educação pretende aplicar aos futuros contratos com os colégio$ privado$ é bastante moderada (até demasiadamente moderada). Não altera, por exemplo, em nada os estranhos e suspeitos contratos atualmente em vigor que nos custam 53 milhões de Euros, contratos que os estranhos e suspeitos cRatos e Justinos celebraram com os seus estranhos e suspeitos amigos (que procuram fazer da educação um negócio de milhões à custa do erário público). De gentinha como o cRato, acostumado a cambalachos como o dos ajustes diretos, sem concurso, de negócios de centenas de milhões de euros, não esperaríamos outra coisa.

          Mas, voltando à medida do MEC: mesmo sendo esta medida do governo PS uma medida bastante moderada, a sanha gananciosa dos colégio$ privado$ fez com que a direita mais corrompida não tivesse pejo algum em vir furiosamente   vomitar, diariamente, as mentiras mais escabrosas por todos os seus meios de comunicação. Vejamos apenas algumas dessas mentiras:

– Falam de cortes, mas… não há corte algum nos contratos em vigor. É pura mentira.

– Dizem que os contratos não seriam cumpridos, mas… também é mentira: a medida do governo diz respeito a FUTUROS contratos, não aos contratos em vigor.

         Os “acordos” para a “contratualização, por três anos, da constituição de turmas nos primeiros anos dos diferentes ciclos de ensino” não preveem que se pague aos colégio$ todas as turmas que estes queiram formar mas, evidentemente, somente as turmas constituídas por inexistência de resposta na escola pública. Dar a entender que esses “acordos para a contratualização” justificariam que o Estado pagasse aos parasitas dos colégio$ privado$ por toda e qualquer turma que eles quisessem formar seria a justificação da rebaldaria total, seria algo inconstitucional, ilegal. Estes “acordos para a contratualização” têm, claro, de submeter-se ao princípio mais geral em vigor de apenas se pagar aos privado$ somente quando não há resposta por parte da escola pública. Ora, os gastos do Estado com essas empresas privada$ de ensino estão já, manifestamente, em desacordo com a realidade parasitária da constituição não só das futuras turmas mas até das turmas atualmente existentes. Os colégio$ privado$ já estiveram e estão a receber, durante estes anos todos, dinheiro público por turmas que criaram ardilosamente sem terem direito a esse dinheiro (pois havia resposta por parte da rede pública de ensino). Se houver um “acordo para a contratualização” segundo a qual o senhor A compra ao senhorchocolate, isso não pode permitir ao senhor B dizer que pode continuar a vender indefinidamente ao senhor A fezes porque existe um “acordo para a contratualização”.

          Não celebrar contratos onde existe redundância não fere os ainda existentes “acordos para a contratualização”. Mesmo durante a vigência destes estranhos “acordos para a contratualização”, os colégios não tinham e não têm o direito a parasitar o erário público onde existe resposta da rede pública.

      Na verdade, se formos rigorosos juridicamente, o que estes “acordos para a contratualização” poderiam legalmente justificar seria apenas a possibilidade de não ser gasto um único tostão com nenhuma das turmas dos colégio$ Privado$ a partir do término dos “acordos para a contratualização”, e não apenas, com agora, com as turmas onde existe redundância. Não pagar por estas últimas já é juridicamente correto há anos, só que não tem sido cumprido.

      O parecer jurídico feito por “professores de Coimbra” (estes “professores” resumem-se, pelos vistos, ao “constitucionalista” Vieira de Andrade e consortes) que mostraria “a ilegitimidade do não cumprimento dos contratos” não pode, obviamente dizer respeito a CONTRATOS QUE AINDA NEM EXISTEM pelo que, o facto de ter sido dado um parecer absurdo desses, pode levar qualquer pessoa de bem a achar que isso só pode dever-se a, pelo menos, uma de duas razões:

1) Os “professores de Coimbra” são incompetentes e nem sequer perceberam a que contratos a medida do governo dizia respeito;

2) Os “professores de Coimbra” dão, voluntariamente, pareceres ilegais a amigos. A fortíssima carga ideológica de direita do parecer (com as já conhecidas falaciosas loas ao “direito de escolha” como suporte do ataque à escola pública) aponta para esta segunda hipótese.

        Tanto num caso como no outro (ou nos dois casos, simultaneamente), o parecer não abona nada a favor da credibilidade destes “professores de Coimbra”.

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A ESCOLHA “DESCENTRALIZADA” DE DOCENTES É ESTUPIDEZ “CRATA”, É ESTUPIDEZ “CRATINA”

Posted by * em 22/10/2014

Uma das aldrabices mais praticadas pelos cRatinos da Deseducação é dizer que a “descentralização” permitiria (A) AGILIZAR O PROCESSO DE COLOCAÇÃO DE DOCENTES e (B) ESCOLHER OS MELHORES PROFISSIONAIS. Esta estupidez pode ser desmontada facilmente por quem não for tapadinho de todo.

A) Em relação à AGILIZAÇÃO DO PROCESSO, basta comparar as colocações pela lista graduada nas escolas normais e as colocações pelas BCE (Bolsa de Cunhas de Escola) nas escolas das cunhas (TEIP/EA). Nestas últimas, as trapalhadas, os mais diversos e inacreditáveis absurdos, como o das colocações simultâneas em muitas escolas (num dos casos, o mesmo docente, que até já tinha desistido do concurso, foi colocado em cerca de uma centena de escolas) e a consequente e inevitável (num processo descentralizado) “dança de cadeiras” entre escolas levam a um caos que emperra todo o processo. Como é natural que os candidatos concorram a muitas escolas, se for cada escola a organizar o seu concurso “descentralizado” de escola para todos os grupos e para todos os milhares de candidatos a rebaldaria ainda é maior, levando à confusão e obrigando os candidatos e as escolas a um esforço inimaginável (a não ser que as escolas desistam e escolham “a dedo” os amigos). E se dizem que seria complexo para o ministério ordenar milhares de docentes, como encarar o facto de quererem que sejam as escolas (que, naturalmente, têm muito menos capacidade do que o ministério) a serem incumbidas desse mesmo processo que é considerado complexo demais para o ministério? Se o processo é considerado complexo a solução, obviamente, não passa por fazer com que centenas e centenas de escolas repliquem o mesmo e complexo processo que seria levado a cabo UMA SÓ VEZ pelo MEC num processo centralizado.

B) Em relação à POSSIBILIDADE DE ESCOLHA DOS MELHORES, também é óbvio que uma ordenação central de todos os candidatos segundo critérios como a graduação, tempo de serviço e resultados das avaliações (estes três critérios já estão incluídos na lista de graduação atual) permite que sejam colocados os melhores. Há muito mais falhas quando as escolas começam a inventar critérios carregados de subjetividade e malícia que permitem a candidatos com algumas horas de formação passarem milhares de lugares à frente de outros candidatos, alguns com décadas de serviço, que terminaram os cursos e estágios profissionalizantes com muito melhores notas e que tiveram muito melhores avaliações nos anos de trabalho decorridos.

Além disso, esta aldrabice parte de um pressuposto imaginário, o de que as escolas seriam isentas na escolha dos “melhores profissionais”. Sabemos muito bem que as escolas têm a tendência para escolher os profissionais mais amigos e não necessariamente os melhores. Aliás, os membros do governo também assim fizeram as suas “brilhantes” carreiras: sendo escolhidos não pela sua qualidade (valem tanto como a ponta de um corno) mas pela proximidade aos que tinham o poder de escolha.

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A MÚMIA FALOU.. MAS $OMENTE PARA DEFENDER O PROJETO “AUTONOMI$TA” E “DE$CENTRALIZADOR” CRATINO

Posted by * em 14/10/2014

             Cavácuo

           Cavaco, este verdadeiro Américo Thomaz (e não só em termos de “inteligência”), nunca falou da destruição do país levada a cabo pela quadrilha PSD-PP. Essa destruição avança em várias frentes, sendo uma delas a da educação. O hanushekian businessboy neoliberal cRato viu que um modo de destruir a escola pública e oferecer os escombros aos amigos (privados) do privado seria atacar a “centralização” e, através da utilização demagógica do apelo à “autonomia”, caminhar a passos largos para a privataria total da educação. A “centralização” era o alvo a abater! Ao concurso normal de professores (concurso com critérios universais, objectivos e transparentes e que, como seria de esperar, correu bem)  foi “acrescentada” uma estúpida “Bolsa de Contratação de Escola” (BCE) nas escolas das cunhas (TEIP e EA), que pretendia “articular” a descentralizada rebaldaria de muitas centenas de concursos por escola. Obviamente, esta estúpida descentralização levou ao caos (o que, nas palavras cratinas, corresponderia à “normalidade”). Depois de muito muito muito dormir, a múmia acordou do sono letárgico. Forçou umas lágrimas de crocodilo e finalmente falou. Mas o que disse a múmia? Fingindo defender as vítimas, defendeu, mais uma vez e sem vergonha alguma, o projecto dos algozes: fazendo, mentirosamente, passar a BCE pelo concurso normal de professores  nas escolas normais, (duas coisas MUITO DIFERENTES) criticou não a estúpida descentralização que levou ao caos mas sim a “centralização”… e defendeu a mesmíssima estúpida descentralização que levou ao caos! Como se vê, mesmo que o cérebro ainda não tenha acordado, a boca e a carteira do egoísta reacionário já falam…

          Os cratinos exultam… afinal, os neoliberais sempre se regeram pelo princípio do salve-se quem puder, da diminuição do papel social do Estado em colocar freio às injustiças localizadas. Os neoliberais não se importam minimamente com a existência de injustiças, o importante para eles é que não tenham esta repercussão nacional, o fundamental é que as injustiças se cometam no segredo de cada escola e cada vítima sofra no seu canto, longe da vista dos demais. Longe da vista, longe do cratino coração…

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UMA QUADRILHA CRATINA

Posted by * em 22/09/2014

UMA QUADRILHA CRATINA

(COM UMA REFERÊNCIA SUBTIL AO POEMA “QUADRILHA”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)

          O JOÃO deveria casar com a MARIA mas, por erro do padre (terá sido só erro?), quem casou com a MARIA foi o CARLOS (por quem o padreco tinha uma especial e antiga afeição). Depois de, durante muito tempo, ter recusado assumir que errara (gritava “normalidade!!! normalidade!!!”, cada vez que alguém falava do assunto), o padre foi finalmente obrigado a reconhecer o erro crasso. Denominou-o  “incongruência” e disse que não era grave, uma vez que afetara “um número muito reduzido” de casais. Porém, como foi obrigado a prometer que o erro “seria corrigido”, teria de fazer alguma coisa.

Mas… como resolveu este cratino “corrigir o erro”? Manteve o CARLOS casado com a MARIA e casou o JOÃO com a CRISTINA, a noiva de J. PINTO FERNANDES, que não tinha entrado na história.

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IGNORÂNCIA? ESTUPIDEZ? OU SIMPLES VELHACARIA?

Posted by * em 20/09/2014

O coelhone fala de assuntos da sua própria governação de um modo que poderia certamente levar alguém menos contido a perguntar: mas este tipo é ignorante e estúpido ou apenas finge muito bem? Diz o empregado da Tecnoforma que a trapalhada cRatina “Resultou do facto de que atribuindo o decreto-lei igual preponderância quer ao percurso profissional dos professores quer à avaliação das escolas desse professor, há um desvirtuamento dessa lógica na medida em que as escalas de classificação desses atributos são diferentes, é assim um pouco como estar a somar alhos com bugalhos”. O empregado da tecnoforma que está alegremente a tentar destruir o país NÃO SABE que tanto o percurso profissional dos professores como a avaliação das escolas JÁ ESTÃO refletidos na Graduação Profissional? Que a graduação profissional JÁ contempla TUDO o que ele assume como necessário para a ordenação de professores? Que o que está fora da Graduação Profissional e que o seu governo quer introduzir à força sob a denominação de “subcritérios” são nada mais, nada menos, do que as CUNHAS? Não percebe que nós topamos logo a sua tentativa matreira da utilização ambígua do termo “avaliação das escolas”? Mas afinal (perguntaria certamente alguém menos contido) este tipo é mesmo assim tão ignorante e estúpido ou apenas finge muito bem?

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OS CARAS DE PAU E AS SUAS ENTREVISTAS ENCOMENDADAS

Posted by * em 19/09/2014

          A prevaricadora Maria de Lurdes Rodrigues e o ainda-não-arguido sinecuradependente e irmão gémeo do cRato David Injustino atacaram sempre os concursos rigorosos e objetivos e defenderam, com subterfúgios vários e sempre sob a demagogia da “qualidade” e “autonomia”, a rebaldaria das cunhas. Sabemos bem o que o$ mov€. Mas como não há paciência infinita, já é hora de perguntar: porque não vão de uma vez por todas, de mãos dadas ou abraçados, para o diabo que os carregue?

          Então, fingem-se muito preocupados com o facto de a classificação final dada pelas universidades poder permitir a ultrapassagem de uma dezena de posições e… propõem substituir a Graduação Profissional por “subcritérios” (ou seja, cunhas) que, como se viu no último “concurso”, permitem a ultrapassagem em vários MILHARES de posições? Fingem-se preocupados com a “complexidade” de uma lista graduada única e… propõem a triplicação dessa complexidade, criando três tipos diferentes de colocações? Aliás, é profundamente hipócrita a mentira demagógica acerca da quase-impossibilidade de trabalhar com os dados e a ordenação de milhares de professores. A não ser a professora Luísa Loura da pen, qualquer pessoa que tenha o mínimo conhecimento de programas de computador sabe que, com um bom programa informático, após a introdução dos dados e fórmulas corretos (corretos, ouviu, cRatino?) qualquer portátil fraquinho trabalha com milhares ou mesmo milhões de dados em minutos. Qualquer Estado tem programas que trabalham com dados de milhões de cidadãos (não, cavaco, não se diz “cidadões”). Claro que há que ter quem saiba operar com esses programas, para evitar que entre em estado de Citius, mas não é complexidade nenhuma do outro mundo, exceto, talvez, para pessoas extremamente mal intencionadas e/ou extremamente incompetentes.

Se qualquer ideólogo burguês mete nojo, esse pessoal neoliberal é ainda pior, são mesmo do pior que há… não valem a ponta de um corno, só mesmo corridos a pontapé…

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FRASE DO DIA

Posted by * em 18/09/2014

A (a)normalidade pariu um cRato!

🙂

Obs. 1:

Este cRato não tem vergonha nenhuma! Ele é que é o principal mentor, o ideólogo fanático neoliberal do modelo cRatino e só os outros é que se demitem???

Obs. 2:

Não sou sindicalista, mas mete-me asco ver que o cratino filho da normalidade se recusou a pedir desculpas a organizações como a FENPROF e ANVPC, que estiveram ao lado da luta dos professores contra a injustiça e contra as mentiras cratinas. Depois de reiteradamente, constantemente, longamente ofendê-las, seria o mínimo que se esperaria… mesmo de um reles cRato.

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IRMÃOS GÉMEOS

Posted by * em 18/09/2014

Cuidado para que o Coelhone não coloque no lugar do cRato um seu irmão gémeo como, por exemplo, o David Injustino

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AS VÍTIMAS SÃO POUCAS, DIZ O CRATINO

Posted by * em 18/09/2014

Segundo o jornal Público, o ainda ministro cRato, ao falar das injustiças cometidas contra milhares de professores pelo MEC (que ele ainda tutela mas procura implodir), fez questão de frisar que o sistema tem “mais de cem mil professores” e que este processo em particular “envolve um universo pequeno de mil, dois mil professores”. O ainda ministro cRato parece um ladrão que, sendo apanhado a assaltar um grupo de pessoas tenta defender-se dizendo que o assalto envolve um “universo pequeno” de pessoas.

A própria afirmação de que o processo da BCE (Bolsa de Contratação de Escola) envolve apenas 1% dos professores (que, nas palavras demagógicas e insensíveis do cratino ora sobe para 2%, ora volta a descer para 1%) é uma OFENSA a qualquer pessoa que não seja cratina. Se um palerma qualquer seguir esta lógica cratina e contar “as pessoas envolvidas” num processo de escolha apenas pelas VAGAS ocupadas, também diria, certamente, que a eleição de deputados seria um processo que apenas envolveria 230 pessoas e que a eleição de um presidente da república seria um processo que envolveria APENAS UMA pessoa, ou seja, uma estupidez à medida da malvadeza cratina. Seria ridículo, se não fosse trágico!

O “universo pequeno” das vítimas deste mais recente “processo” cratino é de milhares de professores. A bem da verdade, este “processo” “envolve” muitos mais milhares do que os “mil, dois mil professores” que o ainda ministro cRato mentirosamente e insensivelmente referiu (interessante ver que, para ele, mais milhar ou menos milhar de pessoas tem pouca importância). Muitos mais são os milhares de vítimas dos cratinos “processos”. Mas para o ainda ministro cRato, estes milhares de professores a quem destrói impiedosamente as vidas não passam disto, de um “universo pequeno”. Afinal o que são alguns milhares comparados com, digamos, 43,6 milhões, não é?

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VAI ESTUDAR, cRATO!

Posted by * em 14/09/2014

Depois desta absurda BCE (Bolsa de Contratação de Escolas), damos aqui início ao movimento

Vai estudar, Crato - BCE

Vejam alguns exemplos do resultado das absurdas contas cRatinas:
Na escola Monte da Ola em Viana do Castelo, o candidato classificado em 1º lugar, ocupa a 1102ª posição na lista de ordenação nacional!!!
Quem está em 3º lugar no Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado é o 4180 na Lista de ordenação.!!!
Há ponderação que 50 % que permita uma disparidade destas? Num país civilizado, isto faria cair não apenas um ministro mas o próprio governo. Mas aqui, pode tranquilamente o José Rodrigues dos Santos fazer o seu showzinho turista, depois os outros repórteres falarem da visita de um secretário de estado a Ranholas e o mesmo José Rodrigues dos Santos terminar o telejornal com um piscar de olhos e um sorriso. Depois, hora de nanar com os anjos e o terço na mão. Como diria o Zé Ramalho, “povo marcado, povo feliz”…

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AS ESTÚPIDAS E ABSURDAS CONTAS DO EXTREMAMENTE BURRO E MAL INTENCIONADO cRATINO

Posted by * em 13/09/2014

Um extremamente burro e extremamente mal intencionado cRatino tinha de formar uma equipe com pessoas do sexo masculino e feminino, na proporção de 50% para cada género. Contava com duas mulheres e 100 homens. Dividiu cada grupo ao meio (50% de cada grupo) e formou uma equipe com uma mulher e 50 homens.

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Aqui demos apenas um aperitivo. Mas temos noção de que os problemas da fórmula usada pelo MEC para a “elaBURRação” das listas de ordenação da BCE (Bolsa de Contratação de Escola) são ainda mais complexos. Têm a ver com o facto de haver um diferencial na facilidade de progressão em cada uma das “metades” (25 horas de formação podem acabar por valer mais do que 20 anos de ensino embora não exijam o mesmo trabalho e entrega), de não haver valores máximos na Graduação Profissional e haver nos subcritérios (pretenderam calcular 50 % de um número indeterminado?), de se somarem valores absolutos com percentagens (claro que se pode ordenar docentes somando valores absolutos e percentagens, uma vez que o mesmo critério errado é aplicado a todos os que concorrem. A questão é que essa ordenação será extremamente injusta e ficará até legalmente inquinada, por já não corresponder à ponderação de 50% para a Graduação Profissional), etc.

Toda esta trapalhada (ou melhor, cRatalhada) é estúpida demais para ser apenas fruto da incompetência. É que, apesar de também promover ostensiva e descaradamente as cunhas, o objetivo maior do cRato é (e continuará a ser) o de subverter quaisquer mecanismos rigorosos de funcionamento das escolas e de seleção de docentes (como a Lista Graduada), dando com isso uma decisiva contribuição para a implosão do ensino público de qualidade em Portugal. Tudo fará, a bem da privataria, dos negócios privados de que ele tanto gosta. Em certos e determinados casos, a incompetência, a burrice e a trapalhada são lucrativas. Se não acreditam, perguntem ao David Injustino…

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PORÉM…

É inadmissível que as vidas de milhares de docentes com provas dadas, boas avaliações e décadas de serviço sejam DESTRUÍDAS pelo fundamentalismo ideológico neoliberal de um ministro-anormalidade, pelas ilegalidades que ele pratica e até pelos erros matemáticos crassos que ele comete devido à sua incompetência.

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OBS:

Todas as tentativas de corrigir a fórmula que a equipe cRatina não soube criar e aplicar esquecem um aspeto fulcral: mesmo corrigida, a fórmula continuaria a ser profundamente injusta e a dar, necessariamente, azo a muito SUBJETIVISMO e CUNHAS. Por isso, deve-se defender sempre, em todas as oportunidades, o regresso a UMA LISTA ÚNICA EM TODAS AS ESCOLAS, A LISTA DE GRADUAÇÃO PROFISSIONAL. Esse deve ser a palavra de ordem dos professores dignos.

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ACERCA DO PRIVATA PINOcRATO AL-SAHHAF

Posted by * em 03/09/2014

O PinocRato faz-nos recordar Muhammad Saeed al-Sahhaf, o antigo Ministro de Propaganda de Saddam Hussein. Também este PINOcRATO mente compulsivamente, apostando sempre em que parte dos que o ouvem nunca saberão a verdade. Sabendo que há diferentes modos diferentes de enganar, o cRato tanto recorre à simples mentira como aos sofismas. Lançamos, portanto, um desafio à vossa imaginação: como explicaria os seus desaires este cRato, caso tivesse outra profissão que não aquelas que tem desempenhado devido a cunhas? Como explicaria ele a morte de pacientes ÀS SUAS MÃOS, caso fosse um cirurgião? Poderia ser algo do tipo: “está tudo normal, uma vez que esta é uma das possibilidades reais a que qualquer pessoa, pelo simples facto de estar viva, está sujeita. Além disso, não podemos ter a veleidade de pretender viver eternamente. Absolutamente ninguém vive eternamente e esta pessoa apenas cumpriu o destino de qualquer um de nós… e aqui incluo-me a mim próprio e, permita-me, até ao senhor jornalista, apesar de ser tão simpático comigo. É esta a realidade. Como vê, a morte é algo natural e não há motivos para alarme ou sequer admiração, como se tivesse acontecido algo de extraordinário”.

E como explicaria o malcheiroso a queda de um edifício, caso fosse engenheiro? E se fosse um veterinário? Pensem em TODAS as profissões um nuno CRÁpula poderia ter e que argumentos falaciosos e demagógicos usaria para explicar o desastre provocado intencionalmente. Caso queiram, podem colocar as vossas sugestões em forma de comentários.

🙂

Este cRato consegue um feito quase impossível: ser ainda pior e mais incompetente do que o risível David Justino. Não admira, todos os trabalhos-negócios a que estas duas almas gémeas dedicaram toda a sua incapacidade foram-lhes dados por cunhas. Dois cunhadependentes, sádicos, homens-de-negociatas e incompetentes. Enfim, um cocktail perfeito.

E os pretensos meios de comunicação? O jornalismo em Portugal não existe enquanto tal… até mete nojo ver que praticamente nem falam destes problemas e preferem dedicar 90% do tempo a temas mais que fúteis. Quando são obrigados a meterem um jornalista a falar destas questões, escolhem invariavelmente um idiota que não entende nada do assunto e só está interessado em lamber as botas ao cRato e à sua cratina súcia.

Assim vai o país, com ódio pela educação e pela cultura… e à mercê da privataria.

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EUA E ISRAEL: COMO SEMPRE, JUNTOS NA CARNIFICINA

Posted by * em 31/07/2014

Há notícias que, para um honesto e minimamente perspicaz entendedor, praticamente nem necessitam de comentários:

“EUA entregam lote de armamento a Israel para repor perdas em Gaza”

De observar que as “perdas” que os preocupam não são as perdas humanas,

são “perdas” de armamento usado para matar crianças palestinas

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A NORMALIDADE FACULTATIVA

Posted by * em 19/09/2013

O Nuno Crápula é demagogo por vício antigo. Sem a sua dose diária de demagogia sofreria uma abstinência atroz, que procura, a todo o custo, evitar. Este homem de negócios vem agora dizer que criticar a retirada da obrigatoriedade do ensino de inglês no primeiro ciclo seria pretender criar uma “uma tempestade num copo de água”, uma vez que já seria “facultativo” antes desta medida. Ou seja, mais uma vez, tudo a decorrer com “normalidade”.

Já nos acostumámos a que o cRato considere a destruição da escola pública, levada a cabo pela quadrilha confortavelmente instalada no governo, como um processo a decorrer “com toda a normalidade”. Cada nova machadada na escola pública é acompanhada da canção de sereia da “normalidade”. Um início de ano caótico, inúmeras escolas com falta de professores e pessoal auxiliar para um trabalho minimamente eficiente, turmas enormes, turmas misturadas, obras urgentes impedidas, alunos encaminhados quase à força para o ensino privado dos amigos do ministro, injustiça generalizada, a cunha institucionalizada enquanto critério de selecção de docentes, a escola pública em pantanas, destruição de milhares de vidas e de todo o sistema educativo, protestos de professores e encarregados de educação por todo o país: são estes os sinais visíveis dessa “normalidade”. A Normalidadilândia é o país dos sonhos em que vivem os alucinados crAtinos. Esta figura ridícula faz lembrar um psicopata que dissesse continuamente à vítima que está tudo bem, que está tudo normal, que não se agite tanto, que não grite nem sequer reclame, pois está tudo na mais sacrossanta “normalidade”.

A demagogia na referência ao carácter “facultativo” do inglês no primeiro ciclo prende-se com o facto de, se compararmos o que muda com esta medida, serem distintos os elementos que escolhem. Obviamente, se não houver oferta por parte da escola, deixam as famílias de poder optar entre ter ou não inglês.

Vamos ilustrar esta questão através de uma comparação com a existência de refeitórios nas escolas. As escolas têm refeitórios que disponibilizam, obrigatoriamente, refeições aos alunos (que passam o dia inteiro na escola). Os alunos, evidentemente, não são obrigados a usar o refeitório. Agora, imaginem que o ministério, apoiando-se na “não obrigatoriedade” dos alunos irem ao refeitório, retirasse uma outra obrigatoriedade, a das escolas servirem refeições aos alunos (que passam, relembramos, o dia inteiro na escola). E isto, dizendo, hipocritamente, que nada teria mudado, uma vez que já não existiria obrigatoriedade antes. Não seria o cúmulo da falta de vergonha na cara?

Já que hoje estamos em dia de comparações, esta referência do senhor “normalidade” ao carácter facultativo do inglês poderia, mutatis mutandis, comparar-se também a uma retirada da obrigatoriedade de pagamento de salários a trabalhadores, com o argumento segundo o qual, no actual regime o trabalhador (caso o queira) também pode prescindir do salário e trabalhar de graça, pelo que nada mudaria, continuando a ser “facultativo” haver ou não salário. Claro que para este homem de negócios, esta hipotética retirada da obrigatoriedade de pagamento de salários configuraria, certamente, a mais plácida das “normalidades” e qualquer protesto não seria mais do que “uma tempestade num copo de água”.

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NORMALIDADE

Posted by * em 12/09/2013

 

Ministro da Educação mostra-se confiante:

tudo corre na normalidade,

a escola pública está a ser destruída, conforme previsto.

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