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Archive for the ‘CaVácuo’ Category

A MÚMIA FALOU.. MAS $OMENTE PARA DEFENDER O PROJETO “AUTONOMI$TA” E “DE$CENTRALIZADOR” CRATINO

Posted by * em 14/10/2014

             Cavácuo

           Cavaco, este verdadeiro Américo Thomaz (e não só em termos de “inteligência”), nunca falou da destruição do país levada a cabo pela quadrilha PSD-PP. Essa destruição avança em várias frentes, sendo uma delas a da educação. O hanushekian businessboy neoliberal cRato viu que um modo de destruir a escola pública e oferecer os escombros aos amigos (privados) do privado seria atacar a “centralização” e, através da utilização demagógica do apelo à “autonomia”, caminhar a passos largos para a privataria total da educação. A “centralização” era o alvo a abater! Ao concurso normal de professores (concurso com critérios universais, objectivos e transparentes e que, como seria de esperar, correu bem)  foi “acrescentada” uma estúpida “Bolsa de Contratação de Escola” (BCE) nas escolas das cunhas (TEIP e EA), que pretendia “articular” a descentralizada rebaldaria de muitas centenas de concursos por escola. Obviamente, esta estúpida descentralização levou ao caos (o que, nas palavras cratinas, corresponderia à “normalidade”). Depois de muito muito muito dormir, a múmia acordou do sono letárgico. Forçou umas lágrimas de crocodilo e finalmente falou. Mas o que disse a múmia? Fingindo defender as vítimas, defendeu, mais uma vez e sem vergonha alguma, o projecto dos algozes: fazendo, mentirosamente, passar a BCE pelo concurso normal de professores  nas escolas normais, (duas coisas MUITO DIFERENTES) criticou não a estúpida descentralização que levou ao caos mas sim a “centralização”… e defendeu a mesmíssima estúpida descentralização que levou ao caos! Como se vê, mesmo que o cérebro ainda não tenha acordado, a boca e a carteira do egoísta reacionário já falam…

          Os cratinos exultam… afinal, os neoliberais sempre se regeram pelo princípio do salve-se quem puder, da diminuição do papel social do Estado em colocar freio às injustiças localizadas. Os neoliberais não se importam minimamente com a existência de injustiças, o importante para eles é que não tenham esta repercussão nacional, o fundamental é que as injustiças se cometam no segredo de cada escola e cada vítima sofra no seu canto, longe da vista dos demais. Longe da vista, longe do cratino coração…

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VAMOS LÁ TENTAR ENCONTRAR ALGO QUE DESMINTA A FAMA DE TÓTÓ

Posted by * em 10/06/2013

Hoje o CaVácuo falou! Do ponto de vista fisiológico-fonológico, nada parece desmentir esta primeira impressão: ele decerto falou, tudo indica que sim. Ele moveu os maxilares, usou tanto a cavidade bucal como a nasal (no mínimo), a sua língua ajudou a que cada vogal fosse emitida, que ela tivesse algum ponto de articulação (paleatal, central, velal, ou próximo disso) combinou-as com consoantes oclusivas, fricativas, etc. E não foi só isto: ele conseguiu que essas consoantes fossem ouvidas, encontrando (embora raramente) alguns pontos de articulação, fossem eles bilabiais, lábio-dentais, apico-dentais, velares, alveolares ou palatais e até algum modo de articulação, fossem as consoantes oclusivas, fricativas, laterais ou vibrantes. Já a respeito do conteúdo do que foi dito não se pode referir nada de vibrante, nem articulação por ir além, mas pronto, não se pode exigir muito.

O discurso dos reaccionários é um importante instrumento de dominação ideológica. E, neste domínio, cada reaccionário ajuda os exploradores como pode, de acordo com as suas capacidades. O CaVácuo ajuda os exploradores tentando expelir o vácuo que lhe vai na cabeça, ou seja, dizendo banalidades (não fosse ele, como dizia Saramago, o Campeão da Banalidade). Lugares comuns, trivialidades, lapalissadas, obviedades: assim é constituído o seu repertório cognitivo, assim se manifesta a sua actividade mental. O Senso Comum é o seu porto seguro, já que cada vez que se aventura a tentar dizer algo original, só lhe saem bacoradas acerca de legumes e hortaliças, do sorriso das vacas, da sua “pensãozinha” ou das relações entre a Troika e a senhora de Fátima. O Senso Comum é também o mar onde ele deixa que os seus correligionários pesquem putativas intenções e pensamentos profundos que, de tão profundos, nunca emergiram, nem emergirão, não fosse ele a encarnação de Mr. Chance (a famosa personagem de Peter Selers em “Being There”), sendo a única diferença a de que o Mr. Chance Luso é salazarento, rancoroso, invejoso, intriguista e trama negócios obscuros enquanto, de joelhos, reza á virgem Maria.

O Mr. Chance luso vive da banalidade, através dela fez carreira, através dela enriqueceu. É capaz de repetir com ar sério e ad nauseam as frases mais banais, mais isentas de qualquer originalidade, de qualquer profundidade ou conteúdo. A sua prática de defesa feroz dos exploradores é acompanhada de frases feitas gerais e palermas, dignas de um qualquer participante de reality show. Mas, sendo ele presidente, tudo isto é apresentado recorrente e solenemente como reflectindo o “superior interesse da nação”, o que, além de aumentar a comicidade da figura, ainda revela a sua constante tentativa de arrastar todo um povo para o ridículo que só a ele e à sua gente pertencem.

Apesar desta fama de CaVácuo como Campeão da Banalidade, este blog (não querendo acreditar que um ser humano seja capaz de viver uma vida inteira a pensar e dizer banalidades&bacoradas) pede, encarecidamente, que AJUDEM A ENCONTRAR algo que o CaVácuo tenha dito que não tenha sido uma banalidade ou uma bacorada. Caso esta preciosidade seja encontrada, prometemos publicá-la imediatamente neste blog e demonstrar que afinal, o tipo não é tão atrasado como parece, desmentindo assim, a fama de que ele é vítima. Mãos à obra! Esperamos, pacientemente, os resultados dessa ingente tarefa!

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