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Archive for Outubro, 2014

A ESCOLHA “DESCENTRALIZADA” DE DOCENTES É ESTUPIDEZ “CRATA”, É ESTUPIDEZ “CRATINA”

Posted by * em 22/10/2014

Uma das aldrabices mais praticadas pelos cRatinos da Deseducação é dizer que a “descentralização” permitiria (A) AGILIZAR O PROCESSO DE COLOCAÇÃO DE DOCENTES e (B) ESCOLHER OS MELHORES PROFISSIONAIS. Esta estupidez pode ser desmontada facilmente por quem não for tapadinho de todo.

A) Em relação à AGILIZAÇÃO DO PROCESSO, basta comparar as colocações pela lista graduada nas escolas normais e as colocações pelas BCE (Bolsa de Cunhas de Escola) nas escolas das cunhas (TEIP/EA). Nestas últimas, as trapalhadas, os mais diversos e inacreditáveis absurdos, como o das colocações simultâneas em muitas escolas (num dos casos, o mesmo docente, que até já tinha desistido do concurso, foi colocado em cerca de uma centena de escolas) e a consequente e inevitável (num processo descentralizado) “dança de cadeiras” entre escolas levam a um caos que emperra todo o processo. Como é natural que os candidatos concorram a muitas escolas, se for cada escola a organizar o seu concurso “descentralizado” de escola para todos os grupos e para todos os milhares de candidatos a rebaldaria ainda é maior, levando à confusão e obrigando os candidatos e as escolas a um esforço inimaginável (a não ser que as escolas desistam e escolham “a dedo” os amigos). E se dizem que seria complexo para o ministério ordenar milhares de docentes, como encarar o facto de quererem que sejam as escolas (que, naturalmente, têm muito menos capacidade do que o ministério) a serem incumbidas desse mesmo processo que é considerado complexo demais para o ministério? Se o processo é considerado complexo a solução, obviamente, não passa por fazer com que centenas e centenas de escolas repliquem o mesmo e complexo processo que seria levado a cabo UMA SÓ VEZ pelo MEC num processo centralizado.

B) Em relação à POSSIBILIDADE DE ESCOLHA DOS MELHORES, também é óbvio que uma ordenação central de todos os candidatos segundo critérios como a graduação, tempo de serviço e resultados das avaliações (estes três critérios já estão incluídos na lista de graduação atual) permite que sejam colocados os melhores. Há muito mais falhas quando as escolas começam a inventar critérios carregados de subjetividade e malícia que permitem a candidatos com algumas horas de formação passarem milhares de lugares à frente de outros candidatos, alguns com décadas de serviço, que terminaram os cursos e estágios profissionalizantes com muito melhores notas e que tiveram muito melhores avaliações nos anos de trabalho decorridos.

Além disso, esta aldrabice parte de um pressuposto imaginário, o de que as escolas seriam isentas na escolha dos “melhores profissionais”. Sabemos muito bem que as escolas têm a tendência para escolher os profissionais mais amigos e não necessariamente os melhores. Aliás, os membros do governo também assim fizeram as suas “brilhantes” carreiras: sendo escolhidos não pela sua qualidade (valem tanto como a ponta de um corno) mas pela proximidade aos que tinham o poder de escolha.

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A MÚMIA FALOU.. MAS $OMENTE PARA DEFENDER O PROJETO “AUTONOMI$TA” E “DE$CENTRALIZADOR” CRATINO

Posted by * em 14/10/2014

             Cavácuo

           Cavaco, este verdadeiro Américo Thomaz (e não só em termos de “inteligência”), nunca falou da destruição do país levada a cabo pela quadrilha PSD-PP. Essa destruição avança em várias frentes, sendo uma delas a da educação. O hanushekian businessboy neoliberal cRato viu que um modo de destruir a escola pública e oferecer os escombros aos amigos (privados) do privado seria atacar a “centralização” e, através da utilização demagógica do apelo à “autonomia”, caminhar a passos largos para a privataria total da educação. A “centralização” era o alvo a abater! Ao concurso normal de professores (concurso com critérios universais, objectivos e transparentes e que, como seria de esperar, correu bem)  foi “acrescentada” uma estúpida “Bolsa de Contratação de Escola” (BCE) nas escolas das cunhas (TEIP e EA), que pretendia “articular” a descentralizada rebaldaria de muitas centenas de concursos por escola. Obviamente, esta estúpida descentralização levou ao caos (o que, nas palavras cratinas, corresponderia à “normalidade”). Depois de muito muito muito dormir, a múmia acordou do sono letárgico. Forçou umas lágrimas de crocodilo e finalmente falou. Mas o que disse a múmia? Fingindo defender as vítimas, defendeu, mais uma vez e sem vergonha alguma, o projecto dos algozes: fazendo, mentirosamente, passar a BCE pelo concurso normal de professores  nas escolas normais, (duas coisas MUITO DIFERENTES) criticou não a estúpida descentralização que levou ao caos mas sim a “centralização”… e defendeu a mesmíssima estúpida descentralização que levou ao caos! Como se vê, mesmo que o cérebro ainda não tenha acordado, a boca e a carteira do egoísta reacionário já falam…

          Os cratinos exultam… afinal, os neoliberais sempre se regeram pelo princípio do salve-se quem puder, da diminuição do papel social do Estado em colocar freio às injustiças localizadas. Os neoliberais não se importam minimamente com a existência de injustiças, o importante para eles é que não tenham esta repercussão nacional, o fundamental é que as injustiças se cometam no segredo de cada escola e cada vítima sofra no seu canto, longe da vista dos demais. Longe da vista, longe do cratino coração…

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JOÃO MIGUEL TAVARES: UM RATO A FUGIR DE cRATOS

Posted by * em 10/10/2014

Tanto os ratos embarcadiços como os Bel-amis que estão dispostos a tudo para fazer carreira na capital (seguindo a sacrossanta regra de sempre apoiar quem estiver com as rédeas na mão) têm uma lendária capacidade de rapidamente fugir de navios a naufragar. João Miguel Tavares não é excepção. Ele até apoia bandidos… mas desde que estes sejam minimamente hábeis, eficientes, desde que os bandidos mantenham “um nível mínimo de competência na execução das políticas“. Ele até está disposto a tecer loas à bandidagem… mas somente se esta se mostrar eficaz e for uma aposta segura. Porém, se os bandidos começarem a cambalear, se o poder (κράτος) cujos pés ele ternamente beija começar a claudicar, este Bel-ami extremamente vaidoso, invejoso e provocador, este oportunista Relvas da comunicação social, não pensa duas vezes (é que a vida anda cara): “há que elogiar outros patrões, que com estes não vou longe”.

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NOVO ERRO?

Posted by * em 05/10/2014

Ver em:
http://correntes.blogs.sapo.pt/ha-erro-na-nova-formula-da-bce-2090370

Aliás, um outro absurdo que já referi neste bolg tem a ver com o facto de haver um diferencial na facilidade de progressão em cada uma das “metades”: algumas horas da “formação” certa podem acabar por valer dez, vinte ou mais anos de ensino com boas avaliações… embora não exijam o mesmo trabalho e entrega. É como se a graduação avançasse passo a passo e os subcritérios (cunhas) avançassem em grandes e suspeitos pulos.

O cratino tenta institucionalizar a cunha, dar um fingido ar de “organização” à arbitrariedade que criou, fazer de conta que há rigor e seriedade no amiguismo e na rebaldaria que defende. Mas, como se vê, isso é infrutífero. Só há uma solução: uma lista graduada única. O resto é caos e cratinices!

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PINOCRATO

Posted by * em 04/10/2014

É um rato? É uma enguia? Não, é apenas um cratino mentiroso, é o PINOCRATO!

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