Dizem os jornalistas burgueses que Ramalho Eanes foi homenageado pela direita e pela esquerda. Mentem, claro! Mentem sabendo que estão a mentir! Mentem sem vergonha alguma! Nenhuma pessoa de esquerda desceria tão baixo a ponto de homenagear um Ramalho Eanes, esse Cavaco fardado. Só a direita e a extrema-direita o fariam. Só o PS, PSD, PP e outros que tais. Mentiram os jornalistas em uníssono, mais uma vez. Aquela “homenagem” foi um aviso à esquerda: a direita e a extrema-direita avisaram que estão unidas contra toda a esquerda. A outra senhora aproveitou a homenagem para também recordar que está atenta e de armas na mão. Aquilo foi um momento de preparação do contra-ataque do império.
Archive for Novembro, 2013
MUITO GOSTAM OS JORNALISTAS VENDIDOS DE MENTIR
Posted by * em 26/11/2013
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IAVE CESAR?
Posted by * em 23/11/2013
Os flibusteiros que tomaram o governo de Portugal reuniram-se e tomaram mais uma daquelas sinuosas medidas tanto a seu gosto. Uma importantíssima medida. Tomaram-na sem sequer consultar alguém que não os amigos. E ficou ali resolvido o esquema: resolveram instituir o IAVE, passando responsabilidades do Ministério da Educação para as mãos de amigos do ministro, amigos que praticamente ninguém conhece. O IAVE substitui o Gave e é considerada uma “entidade independente”, com amplas competências e a tão desejada e tranquilizadora liberdade de ação. A “independencia”, essa, é seletiva: por exemplo, esta entidade “independente” usa, sem dar cavaco a ninguém, os sites governamentais, nomeadamente o do antigo Gave, o que seria considerado ilegal em qualquer outro país. Ao IAVE, entidade criada por um grupo de pessoas numa reunião, foi dado enorme poder: pode, por exemplo, ANULAR as habilitações conferidas pelas universidades portuguesas (se quiserem, podem amanhã dizer que TODOS os cursos superiores tirados em Portugal valem menos que zero). O IAVE é “independente” mas cobra dinheiro através do Estado e mexe com dinheiro, que entra pelo ministério e se dissipa por meandros obscuros. Não há nada de ilegal aqui? Tudo isto é, no mínimo, muuuuito estranho, não é?
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DA DIGNIDADE OU FALTA DELA
Posted by * em 14/11/2013
Um Crápula qualquer, cuja óbvia e mercantil intenção é destruir o sistema de ensino público, toma medidas para garantir que os diplomas e habilitações para a docência conferidos pelas universidades portuguesas não valham praticamente nada, sejam considerados lixo, sendo agora necessária uma prova feita pelos amiguinhos do bandalho para conferir, na prática, habilitações que deveriam ter sido conferidas pelas universidades e estas… calam-se e aceitam esta usurpação de funções, este enormíssimo ataque à credibilidade do ensino superior em Portugal. As universidades portuguesas não têm uma palavra a dizer? As universidades portuguesas não têm um nome a defender?
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NÃO SE SUBSTITUA, ENTÃO
Posted by * em 04/11/2013
A Fundação “O Século” diz que, com o fim dos lucros gerados pela antiga Feira Popular, não pode “continuar a substituir-se ao Estado”. Com todo o respeito pelo seu trabalho, podemos dizer: não se substitua, então, ao Estado! O Estado tem obrigações sociais que nenhuma instituição privada deveria cumprir.
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UM “DOCUMENTO” VERGONHOSO, SOB TODOS OS ASPECTOS
Posted by * em 02/11/2013
O “Guião da Reforma do Estado”, apresentado pelo irrevogavelmente-sem-vergonha P das feiras, o fascistazinho desonesto e demagogo que pula alegremente sobre as vítimas, é um documento interessante, e não só por ser uma projecção inebriada dos sonhos da direita, de destruição do que resta do chamado “Estado Social”. É um documento também interessante por se apresentar como um sério concorrente ao lugar do documento governamental mais estúpido da história de Portugal.
O que chama mais a atenção é o conteúdo: do mais bandidesco que há. Mas, além do conteúdo político, a própria falta de consistência com que esse bandidesco conteúdo é apresentado é ilustrativa das características de quem o elaborou. A direita/extrema-direita nem sequer conseguiu produzir um documento com o mínimo de rigor técnico e teórico. Não foi capaz de fazer avaliações fundadas e fundamentadas, de comparar processos de modo diacrónico e sincrónico, de mensurar, quantificar medidas e consequências, nada. Nada mesmo, nadinha de nada. Apenas foi capaz de produzir uma lista idiota de igualmente idiotas desideratos ideológicos. Aquela bosta não é sequer um mau documento de governo, porque não é propriamente um documento de governo. É uma redacção acriançada de um fanático ideológico, preso nas teias da sua demência, das suas taras e dos seus desejos. Parece uma mensagem escrita por um psicopata num WC, dando a conhecer ao mundo onde pretende atacar.
Aquela redacção deixa claro que este governo nem tem consciência social nem preparação teórica. É movido apenas pela subserviente sanha ideológica e o vórtice dos interesses privados. Aquela redacção é um “documento” vergonhoso. Principalmente pelo conteúdo. Mas a vergonha também deve ser nossa, por permitirmos que esta súcia governe o país.
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