O advogado intrujão Rebelo de Sousa faz sempre sempre sempre o mesmo velho truque: defende os exploradores e o governo salazarento enquanto dá a entender que o problema é basicamente de “comunicação”, o maior erro está em não saber enganar o povo como conviria. Hoje, disse que o Conselho de Ministros errou por NÃO TER FINGIDO que se importava com a situação do país, POR NÃO TER FINGIDO que faria algo de diferente do que fez, faz e fará. Esse tipo não tem mesmo vergonha nenhuma naquela “cara” (no mínimo)! Merece, obviamente, nada menos do que a presidência do país.
Archive for Junho, 2013
O JORNALISMO ASSASSINO
Posted by * em 23/06/2013
Em Moura, está, desde terça-feira, uma professora em greve. Protesta contra as políticas de deseducação do implodidor Nuno Crápula. Arrisca a vida numa luta justa e digna. Os pseudo-jornalistas deste país escondem a notícia. Preferem fazer pseudo-entrevistas à bandidagem governante e distrair as atenções do povo com assuntos sem importância alguma, que sabem ser, na verdade, não-assuntos. Neste país não há praticamente verdadeiros jornalistas nos grandes meios de comunicação. Há paus-mandados, engraxadores e graxistas, há meninos de recados que, em entrevistas aos que estão a destruir o país, se limitam a fazer perguntas do tipo: “o que o senhor responderia aos que dizem isto e aquilo?”. Esses pseudo-jornalistas sabem o que fazem, porque quando estudaram, foi-lhe certamente ensinado que tipo de perguntas são perguntas de um não-jornalista e que tipo de perguntas faria um jornalista de verdade. Esses funcionários do governo e de tudo o que é explorador estão dispostos a tudo para cumprir o seu papel ideológico. Vê-se que estão dispostos até a deixar uma pessoa ficar com sequelas graves ou até morrer sem fazerem o mínimo que se esperaria de jornalistas, ou seja, que dessem a notícia antes que a tragédia aconteça. São coniventes e cúmplices em relação ao que possa acontecer. Mas esses pseudo-jornalistas não se preocupam, têm as costas e os bolsos quentes…
Posted in * | Leave a Comment »
RESPEITAM O PRIMADO DA LEI… DELES
Posted by * em 14/06/2013
Quando ouvirem a burguesia falar de “Estado de Direito” e “Primado da Lei”, lembrem-se desta muy educativa personagem, o Passocrates, o tipo da Tecnoforma e dos Think Tanks manhosos. Essa figura, que nem o poder impede de continuar a ser insignificante, ilustra bem o que a burguesia tem em mente quando recorre às fairy tales acerca do “respeito pelo Primado da Lei”.
Esta criação relvense, que conseguiu (com a ajuda de tudo o que é facho) chegar a primeiro-ministro, de cada vez que perde nos tribunais diz à boca cheia (e com tanto pudor como o que teria Berlusconi) que é necessário MUDAR A LEI. Isso é o que quer toda a burguesia (e não só os seus representantes mais incautos como Dias Loureiros, Duartes Limas, Isaltinos Moraes, etc): que todas, mas mesmo todas as leis correspondam exactamente à justa medida dos seus interesses. Se houver a mais pequena discrepância, há que mudar a lei para que, depois, se possa continuar a FINGIR respeito pelo “Primado da Lei”.
“Respeitar o Primado da Lei”. Mas, de qual Lei? Respeitar o “primado” DAQUELA lei que se subordine completamente aos interesses do “respeitador”. É este o reconhecimento vaidoso, cínico, jesuítico, que este nojento coelhone, que anda a destruir o país, tem para oferecer. Lembrem-se, pois, destas pérolas de sabedoria Coelhina quando ouvirem a burguesia falar, enlevada em demagogia, de “Estado de Direito” e “Primado da Lei”.
Posted in PP Coelho | Leave a Comment »
OS TRAIDORES FURA-GREVES NÃO GOSTAM DESTAS LUTAS, MAS ISSO É LÁ COM ELES!
Posted by * em 14/06/2013
Só uma pequena observação básica, que não retira a importância positiva deste documento: os professores não são, obviamente, uma classe social, são uma categoria profissional da intelectualidade. Classes são a burguesia, a classe operária, os camponeses, etc.
Posted in * | Leave a Comment »
OBRIGADO, PROFESSORES!
Posted by * em 11/06/2013
“Personalidades da arte e da cultura solidárias com a greve dos professores
Manifesto: Obrigado professores
Sem Educação não há país que ande para a frente. E é para trás que andamos quando o governo decide aumentar o número de alunos por turma, despedir milhares de professores e desumanizar as escolas, desbaratando os avanços nas qualificações que o país conheceu nas últimas décadas. Não satisfeito, continua a sua cruzada contra a escola pública. Ameaça com mais despedimentos e com o aumento do horário de trabalho dos que ficam.
Ao atacar os professores o governo torna os alunos reféns. Com menos apoios educativos e menos recursos para fazer face à diversidade de estudantes, é a escola pública que sai enfraquecida. Querem encaixotar os alunos em turmas cada vez maiores com docentes cada vez mais desmotivados. Cortam nas disciplinas de formação cívica e do ensino artístico e tecnológico, negando aos jovens todos os horizontes possíveis.
Os professores estão em greve pela qualidade da escola pública e em nome dos alunos e das suas famílias. Porque sabem que baixar os braços é pactuar com a degradação da escola. Os professores fazem greve porque querem devolver as asas aos seus alunos que o governo entretanto roubou. Esta greve é por isso justa e necessária. É um murro na mesa de quem está farto de ser enganado. É um murro na mesa para defender um bem público cada vez mais ameaçado.
Por isso, estamos solidários. Apoiamos a greve dos professores em nome de uma escola para todos e onde todos cabem. Em nome de um país mais informado e qualificado, em nome das crianças que merecem um ensino de qualidade e toda a disponibilidade de quem sempre esteve com elas. É preciso libertar a escola pública do sequestro imposto pelo governo e pela troika. Aos professores dizemos “obrigado!” por defenderem um direito que é de todos.
Subscritores:
António Pinho Vargas, Compositor
Bruno Cabral, Realizador
Camilo Azevedo, Realizador, RTP
Carlos Mendes, Músico
David Bonneville, Cineasta
Eurico Carrapatoso, Compositor
Hélia Correia, Escritora
Leonel Moura, Artista plástico
Luís Varatojo, Músico, A Naifa
Luísa Ortigoso, Actriz
Jacinto Lucas Pires, Escritor
Joana Manuel, Actriz
João Salaviza, Cineasta
José Luís Peixoto, Escritor
José Mário Branco, Músico
José Vítor Malheiros, Jornalista
Marta Lança, Editora e produtora
Messias, Músico, Mercado Negro
Nuno Artur Silva, Autor e produtor
Pedro Pinho, Cineasta
Rui Vieira Nery, Musicólogo
Raquel Freire, Cineasta
Sérgio Godinho, Músico
Valter Vinagre, Fotógrafo
Zé Pedro, Músico, Xutos e Pontapés.”
Posted in * | Leave a Comment »
VAMOS LÁ TENTAR ENCONTRAR ALGO QUE DESMINTA A FAMA DE TÓTÓ
Posted by * em 10/06/2013
Hoje o CaVácuo falou! Do ponto de vista fisiológico-fonológico, nada parece desmentir esta primeira impressão: ele decerto falou, tudo indica que sim. Ele moveu os maxilares, usou tanto a cavidade bucal como a nasal (no mínimo), a sua língua ajudou a que cada vogal fosse emitida, que ela tivesse algum ponto de articulação (paleatal, central, velal, ou próximo disso) combinou-as com consoantes oclusivas, fricativas, etc. E não foi só isto: ele conseguiu que essas consoantes fossem ouvidas, encontrando (embora raramente) alguns pontos de articulação, fossem eles bilabiais, lábio-dentais, apico-dentais, velares, alveolares ou palatais e até algum modo de articulação, fossem as consoantes oclusivas, fricativas, laterais ou vibrantes. Já a respeito do conteúdo do que foi dito não se pode referir nada de vibrante, nem articulação por ir além, mas pronto, não se pode exigir muito.
O discurso dos reaccionários é um importante instrumento de dominação ideológica. E, neste domínio, cada reaccionário ajuda os exploradores como pode, de acordo com as suas capacidades. O CaVácuo ajuda os exploradores tentando expelir o vácuo que lhe vai na cabeça, ou seja, dizendo banalidades (não fosse ele, como dizia Saramago, o Campeão da Banalidade). Lugares comuns, trivialidades, lapalissadas, obviedades: assim é constituído o seu repertório cognitivo, assim se manifesta a sua actividade mental. O Senso Comum é o seu porto seguro, já que cada vez que se aventura a tentar dizer algo original, só lhe saem bacoradas acerca de legumes e hortaliças, do sorriso das vacas, da sua “pensãozinha” ou das relações entre a Troika e a senhora de Fátima. O Senso Comum é também o mar onde ele deixa que os seus correligionários pesquem putativas intenções e pensamentos profundos que, de tão profundos, nunca emergiram, nem emergirão, não fosse ele a encarnação de Mr. Chance (a famosa personagem de Peter Selers em “Being There”), sendo a única diferença a de que o Mr. Chance Luso é salazarento, rancoroso, invejoso, intriguista e trama negócios obscuros enquanto, de joelhos, reza á virgem Maria.
O Mr. Chance luso vive da banalidade, através dela fez carreira, através dela enriqueceu. É capaz de repetir com ar sério e ad nauseam as frases mais banais, mais isentas de qualquer originalidade, de qualquer profundidade ou conteúdo. A sua prática de defesa feroz dos exploradores é acompanhada de frases feitas gerais e palermas, dignas de um qualquer participante de reality show. Mas, sendo ele presidente, tudo isto é apresentado recorrente e solenemente como reflectindo o “superior interesse da nação”, o que, além de aumentar a comicidade da figura, ainda revela a sua constante tentativa de arrastar todo um povo para o ridículo que só a ele e à sua gente pertencem.
Apesar desta fama de CaVácuo como Campeão da Banalidade, este blog (não querendo acreditar que um ser humano seja capaz de viver uma vida inteira a pensar e dizer banalidades&bacoradas) pede, encarecidamente, que AJUDEM A ENCONTRAR algo que o CaVácuo tenha dito que não tenha sido uma banalidade ou uma bacorada. Caso esta preciosidade seja encontrada, prometemos publicá-la imediatamente neste blog e demonstrar que afinal, o tipo não é tão atrasado como parece, desmentindo assim, a fama de que ele é vítima. Mãos à obra! Esperamos, pacientemente, os resultados dessa ingente tarefa!
Posted in CaVácuo, FIGURAS | Leave a Comment »
JÁ NÃO CABE
Posted by * em 07/06/2013
O tipo que chegou a primeiro-ministro de Portugal com a ajuda do Relvas disse para os professores canalizarem todo o seu descontentamento somente para a Greve Geral do dia 27 de Junho. Esse tipo não percebeu ainda que o descontentamento de grande parte da população já não cabe NUMA greve. E que muitos querem canalizar não o seu inimaginável descontentamento, mas sim canalizá-lo a ele e à sua camarilha.
Posted in *, PP Coelho | Leave a Comment »
“AUTONOMIA” ESCOLAR: A CULPA NÃO É SÓ DA ESCUMALHA DO GOVERNO
Posted by * em 06/06/2013
A culpa de as coisas no país estarem como estão não é só da escumalha do governo, apesar desta escumalha estar, claro, empenhadíssima em destruir o país. Vejamos um exemplo: este governo, imbuído da mais bandidesca mentalidade NEOLIBERAL, tudo faz para acabar com a ESCOLA PÚBLICA. E com muita rapidez, já que, como dizia Maquiavel, o mal deve ser feito rapidamente. Defendem eles, como qualquer pessoa minimamente atenta deveria saber, o Estado mínimo, com a correspondente máxima DESresponsabilização do Estado por tudo que seja Serviço Público, nomeadamente a Educação e Saúde. Estas são apetitosas áreas para o capital, que sabe ter aqui lucros GARANTIDOS pela inevitabilidade de todos termos de recorrer aos hospitais e de termos de colocar as novas gerações nas escolas.
O objectivo quanto à educação é, portanto, o de destruir a escola pública. E como se faz isso? De várias maneiras. Uma delas é, recorrendo a falinhas mansas, usar uns termos hipocritamente ambíguos e vaporosos como o de “AUTONOMIA“, verdadeira fita pega-moscas. Ir propondo às escolas uma cada vez maior “autonomia” de gestão curricular, orçamental e financeira (com a, cada vez maior responsabilização pela aquisição de verbas), dar a mais completa liberdade de contratação de docentes e de atribuição de funções aos que já trabalham. Quanto à passagem para o “auto-financiamento” das escolas importa ir na velocidade conveniente: a rapidez na aplicação do mal diz respeito à implementação do precedente (à passagem para a “autonomia”) mas depois, estando as escolas já com o barrete enfiado, há que abrandar e disfarçar as partes verdadeiramente amargas do xarope, ir na velocidade suficiente para vencer possíveis resistências iniciais: é necessário, pensam os bandidos neoliberais menos tótós, dar inicialmente a entender que as verbas arrecadadas pelas escolas não implicariam uma diminuição das dotações do Estado e, só mais tarde (para não assustar), quando já houver um grande número de escolas completamente enterradas até às orelhas na tal “autonomia”, ir diminuindo as dotações e responsabilidades do Estado quanto à educação e um belo dia… voilá… as escolas descobrem-se transformadas numa espécie de empresas, pouco ou nada tendo de público no que aos factos diz respeito, enredadas em mil tenebrosas teias de interesses privados e com o imenso autoritarismo e arbitrariedades que caracterizam o “merdavilhoso” mundo empresarial. Para se financiarem, as escolas com “Contratos de Autonomia” irão recorrer cada vez mais às propinas, aos escuros cambalachos com os interesses empresariais, as contratações serão feitas pela mais despudorada cunha (eufemísticamente apodada de “mérito”), etc.
Agora, passemos ao que diz respeito ao título do post. O QUE FAZEM OS DOCENTES E ESCOLAS quanto a este projecto de destruição de escola pública? Defendem a escola pública de modo decidido? NÃÃÃ…em grande medida, entusiasmam-se com as perspectivas de “autonomia” e dedicam-se não às questões essenciais (de defesa do Ensino Público e Gratuito) mas em debater picuinhices quanto a prazos e modos de implementação do que o governo quer, quanto às putativas vantagens iniciais e de pouca dura para a escola em questão ou para um determinado grupo de professores num determinado momento e lugar, etc. Ou seja, as discussões giram, de modo geral em torno do MODO DE IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA CRIMINOSA. Quase metade das escolas públicas manifestou-se interessada nesta ratoeira da chamada “autonomia” das escolas. Que esperar de quem deveria estar na primeira linha de defesa da escola pública e, pelo contrário, discute a forma e o modo de ajudar a destruí-la? Que esperar dos que, perante a ameaça de serem enforcados, se dedicam a discutir quem deve comprar e preparar a corda e como montar o patíbulo?
Posted in Educação | 1 Comment »












