“amor” DE “mãe”
Posted by * em 30/01/2013
Há mães que, depois da morte de um filho, continuam a participar activamente da vida social e a criar e a lutar, por sentirem que é o seu dever social e até uma forma de homenagem ao filho falecido. Mas…qual é a mãe que, menos de um ano após a morte do filho, é capaz de participar diariamente, toda contente e feliz, de livre e espontânea vontade (sem ser forçada por contingências económicas que, por vezes, obrigam seres humanos a tarefas humilhantes e degradantes), repetimos, qual é a mãe que, vivendo rica e desafogada, consegue e consente em, menos de um ano após a morte do filho, participar, diariamente, toda contente e feliz, de livre, espontânea e apalermada vontade, de programas de entretenimento como o “Querida Júlia”, rindo e rindo e rindo, diariamente, às bandeiras despregadas, enquanto discute assuntos da importância de saber se os homens ficam mais sexy e bonitos com ou sem pêlos no peito? Só podia ser, claro, uma “mãe” como esta, que educou o outro filho (o paulinho-fascista, o de extrema-direita, o dos submarinos, das trafulhices, dos cambalachos, de jaguares e roubos de documentos secretos) à sua imagem e semelhança.
Independentemente de se concordar ou não com todas as posições do filho falecido (e, como comunistas, não concordamos com muitas das posições de Miguel Portas), a verdade é que causa impressão ver a felicidade fútil de uma “mãe” destas, a sua total indiferença em relação ao que seria uma catástrofe na vida de qualquer mãe normal. Mas esta é de outro tipo, de outro tipo social. Diverte-se… os dias correm-lhe bem…












Pata Negra said
Companheiro, esta é uma visita rápida, serve apenas para
apresentar e divulgar “o blog
2013 – Centenário de Álvaro Cunhal ”
Esperamos visitas de retribuição e colaboração.
Os autores