OLHE QUE NÃO

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Archive for 17 de Outubro, 2011

A VULGARIDADE DA VULGARIDADE (OU O SUBNEOLIBERALISMO)

Posted by * em 17/10/2011

Se o neoliberalismo era já uma corrente teórica que dificilmente merecia o nome de teórica, uma vez que não se preocupava minimamente com a apreensão teórica da essência dos processos que pretensamente abordava, a corrente dos seguidores serôdios do neoliberalismo (entre os quais se inclui o imaturo e pouco inteligente primeiro-ministro, eterno rapazola jota-laranjinha, carreirista contumaz e carteirista ocasional, e o yes-man mister Bean que dá pela designação de “ministro das finanças”, robot fiel e acrítico de tudo o que seja organização financeira do capital internacional), dizíamos, esta corrente dos seguidores serôdios (embora imaturos) de uma corrente que já em si é superficial e pouco ou nada dada a reflexões teóricas, é, nada mais nada menos, do que a vulgaridade da vulgaridade, ou algo apenas classificável entre os dejectos teóricos e o lixo irreciclável. Colocar o destino de um povo inteiro nas patas de tais cipaios é das maiores loucuras de que é capaz o ser humano.

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TEMPO DE LUTA E DE UNIDADE

Posted by qmiguel em 17/10/2011

A CGTP-IN e a UGT começaram hoje a discutir a possibilidade de uma greve geral. Esta, a verificar-se, marcará o início da contra-ofensiva dos trabalhadores face à agressão bárbara contra as suas conquistas. Hoje mais que ontem “todos seremos poucos”, cabe a cada trabalhador, a cada cidadão não deixar a resposta por mãos alheias e fazer tudo aquilo que esteja ao seu alcance para que a sua vida e a do seu próximo não bascule para a mais negra das depressões. Não nos enganemos, a única resposta real à actual situação económica e ao ataque vil do capital só poderá vir dos trabalhadores eles mesmos, da sua determinação e da sua luta comum. É hora de começar a construir colectivamente um futuro diferente com a consciência de que à partida nada está ganho ou perdido e de que o novo capítulo de luta que começaremos a escrever em breve exigirá toda a nossa determinação e imaginação colectiva. Devemos tomar consciência de que, daqui em diante,  face à barabaridade com que nos defrontamos, a luta não deve conhecer limites.

 

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