OLHE QUE NÃO

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Archive for Junho, 2011

EXEMPLO DE DEMOCRACIA BURGUESA

Posted by * em 30/06/2011

A democracia burguesa só existe sob a tutela atenta da ditadura do capital. Quando não sente em perigo a sua ditadura económica, o capital permite que o vulgo pense que tem liberdade. Mas quando sente o mínimo odor a perigo, o capital abdica imediatamente da democracia. Sempre, em toda a parte e sem sequer pensar duas vezes! Não venham os jornalistascomentadoresintelectuaispolíticos burgueses com as suas requentadas falas mansas e adocicadas, com as suas declarações pungentes de anjinhos-exploradorzinhos, que nós sabemos bem quem vocês são e ao que estão dispostos. Esta imagem é apenas um exemplo do que podemos esperar da burguesia. Um abraço solidário ao amigo grego que, como muitos e muitos milhares, não se submete, ergue a sua voz e diz “NÃO!

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FILME SOBRE CAVACO SILVA, HOJE, NO CANAL HOLLYWOOD

Posted by * em 29/06/2011

Bem-Vindo Mister Chance (1979)

Título Original: Being There.

Director: Hal Ashby.

A não perder: um filme acerca de como um ignorante e pouco inteligente indivíduo, um génio da banalidade, ao dizer o que a burguesia quer ouvir, sobe fulgurantemente na política (e vê crescer a sua situação material). É um filme sobre o senso comum e sobre como não são necessárias inteligência nem cultura para galgar as escadas do poder e  fazer uma “carreira de sucesso”. Um filme que bem poderia ser sobre um génio da banalidade que faz pose por estas bandas. A ver no canal Hollywood, nestes horários:

Quarta, 29/06/2011, às 21:30

Quinta, 30/06/2011, às 10:15

Terça, 12/07/2011, às 13:45

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ERA BOM QUE TROCÁSSEMOS UMAS IDEIAS SOBRE O ASSUNTO

Posted by J. Vasco em 29/06/2011

O João Valente Aguiar desafia-me a responder a um inquérito literário, que circula por vários blogues. Aqui vão as minhas respostas:

1. Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
 

Os romances que mais amo não necessitam de releitura: as suas marcas são inapagáveis, andam comigo, são parte de mim. Não obstante, já dei comigo a pegar várias vezes, por puro gozo, num capítulo para mim marcante de algumas dessas obras. Assim de repente, lembro-me de já ter lido vezes sem conta o capítulo da primeira noite de amor da Maria Sara com o Raimundo Benvindo Silva, da História do Cerco de Lisboa, do José Saramago. O livro tem um marcador no início desse capítulo e o pasmo com que o leio renova-se de cada vez. É incrível o domínio dos tempos, o ritmo da cena, o andamento dos sentimentos. Parece uma sonata. Cheguei a fazer o mesmo com o Evangelho Segundo Jesus Cristo. Reli algumas vezes a conversa entre Jesus, Deus e o Diabo a bordo de uma barcaça. Dizer que é genial parece-me pouco.

Com a poesia a releitura é mais frequente. É uma necessidade, já que a minha memória não funciona em verso. O Camões é muito cá de casa, assim como o Manuel Bandeira, o Sebastião Alba, a Sophia ou o Neruda. Reli várias vezes o libreto da ópera Os Dias Levantados, do Manuel Gusmão.

Já com a filosofia, a releitura, o andar à volta, o trabalho prolongado dos textos é o pão nosso de cada dia. Propriamente não se trata aqui de releitura, mas de uma leitura que nunca acaba e a que sempre se retorna. Uma releitura sistemática, de fio a pavio, fi-la no entanto com Materialismo e Empiriocriticismo, do Lénine. Também a faço com a obra do José Barata-Moura.

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A LUTA CONTINUA

Posted by J. Vasco em 23/06/2011

Cerca de 700 operários dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo participaram ontem no mais concorrido plenário dos últimos anos. Estão em causa 380 despedimentos decididos pela administração e a subsequente precarização dos postos de trabalho que sobrarem com a privatização da empresa. As sub-contratações tratarão do resto e atirarão os trabalhadores direitinhos para o século XIX. É isto que o capitalismo tem para oferecer: miséria e exploração. Para responder à situação, o plenário decidiu marcar uma greve para o próximo dia 29. Os trabalhadores mostram-se dispostos a lutar e a comissão de trabalhadores prometeu que «as coisas não vão ficar assim».

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O EXAMINADOR

Posted by J. Vasco em 23/06/2011

Nuno Crato é o novel ministro da educação. Uma década a debitar rifões reaccionários, sem qualquer ponta de pensamento sério e minimamente profundo, surtiu o efeito desejado para a «carreira» do matemático.

Há uns anos, cinco ou seis, talvez, Nuno Crato publicou um arremedo de livrito que deu brado no meio filisteu, praticante que é, o meio, da conhecida cultura axilar (os livros debaixo das axilas, estão a ver?) e  da economia de pensamento. Resumia-se a uma catalinária de má qualidade contra as ciências da educação, em geral, apodando-as demagogicamente, para delírio embevecido das hostes obscurantistas, de «eduquês». O léxico neo-liberal, em Portugal, não hesitou e adoptou de imediato a expressão. Tudo o que cheirasse a estudo científico sobre a educação – como provam os trabalhos de Rui Canário, Domingos Fernandes ou António Nóvoa, estudo necessariamente pontuado pela complexidade, pela interdependência dos fenómenos, pela procura de caminhos novos – caía nas malhas nocivas do «eduquês», e precisava de ser removido a todo o transe da consideração. No seu lugar, devia ser erigido o «saudável senso-comum», que prescinde de «teorias» e de «complicações». O remédio para todos os males de que padecia o ensino residia na introdução de exames, de muitos exames, de exames a rodos. Exames do 1º ciclo à universidade.

O conteúdo político deste arrazoado era o mais adequado aos objectivos de privatização da escola pública. E por isso foi sendo acarinhado. A pobreza teórica de pensar o ensino sob a batuta exclusiva (e exclusivista) dos exames e da avaliação sumativa não é politicamente inocente (até porque as posições politicamente reaccionárias podem prescindir da riqueza teórica). A centralidade dos exames na educação, enquanto elemento nuclear e estruturante, assenta na lógica da promoção/exclusão; abdica de perspectivar a escola como um espaço de integração, que avalia formativa e sumativamente e que não desiste de ninguém; promove o elitismo e a competição; tem como objectivo maior seleccionar para cursos superiores exclusivamente os filhos das classes dominantes, perpetuando a exploração e contribuindo para a reprodução do sistema. 

Ao que parece, nos útilmos dias Nuno Crato falou da necessidade de mais e melhores exames e de como seria desejável acabar com o ministério da educação. Vindo dele, a reflexão faz sentido. Mais do que tudo o resto, Nuno Crato não passa de um simples examinador. Não é grande coisa, há-de convir-se, para quem tanto gosta de exibir a farpela de sábio.

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O “EFEITO SOARES”

Posted by * em 22/06/2011

Chamaremos “EFEITO SOARES” à situação de quem, como Mário Soares, é levado aos ombros pelas classes dominantes e, de repente, perde esse apoio devido a outros valores “mais altos se alevantarem” para quem deu o apoio. Durante a maré alta, quando tudo são elogios e elogios, inebriados com o apoio, levados em ombros, os apoiados pensam que se elevam com a sua própria força e a força da sua própria importância. Cessado o apoio, há uma queda inesperada e um travo amargo de “injustiça”. Mário Soares sentiu isso nas presidenciais em que participou: o “herói de Carlucci”, afinal, já tinha cumprido o seu papel e não mais era necessário. O Bloco de Esquerda, pese todo o respeito que possamos ter para com uma força de esquerda, e sem querer exagerar na comparação com o desprezível Mário Soares, também experimentou o “EFEITO SOARES” nas últimas eleições.

O BE foi apaparicado durante todos estes anos, numa tentativa de diminuir a força da esquerda revolucionária, o PCP. Tendo o intento dado frutos mais do que mirrados e estando em causa interesses maiores, a comunicação social burguesa começou a dar menos publicidade à esquerda caviar. Assim que viu diminuir um pouco este apoio, eis que o BE despenca do altar. Agora, o BE está numa encruzilhada: para colocar as coisas nos termos em que o próprio Francisco Louçã as colocou, tem de escolher entre princípios e votos. Mas o bloco já se acostumou aos votos e chora tanto os votos perdidos que, como disse Francisco Louça com palavras ligeiramente menos directas, se hoje o BE tivesse de escolher entre princípios e votos, teria visto muito do que fez “com outros olhos”: em vez de manter os princípios (malditos princípios que levaram à perda de votos), iria ao encontro do seu eleitorado e dos queridos votos fugidios.

O BE é um saco de gatos, com várias tendências que se mostram coesas enquanto tudo vai bem e se engalfinham assim que a maré de votos desce. A tendência social-democrata burguesa ganha força dentro do partido. No momento em que há que escolher entre princípios e votos, o BE prepara-se para dar um abraço ainda mais apertado à social-democracia burguesa, um abraço que, em parte, é já um abraço que o BE dá a si próprio.

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OS EXPLORADORES E AS MUITAS MANEIRAS DE DIZER “PRIVATIZAR”

Posted by * em 18/06/2011

        

           Os exploradores têm uma incrível capacidade linguístico-ideológica para defender a passagem do que são bens e serviços públicos para as privadas e gananciosas mãos dos amigos cúmplices, dando a entender que estão a defender, de todo o coração, nada mais nada menos, do que o bem dos nossos filhinhos e netinhos . Senão vejamos:

“necessidade de reinvenção do conceito de serviço público” = Privatizar

agilizar o funcionamento da máquina do estado” = Privatizar

racionalizar o funcionamento do Estado” = Privatizar

“dar autonomia aos organismos da saúde e ensino” = Privatizar

“dar liberdade de escolha aos cidadãos no que respeita ao sistema de previdência social a seguir” = Privatizar

contratualizar serviços com misericórdias e outras estruturas não-estatais, por forma a utilizar estruturas e serviços já existentes” = Privatizar

“valorizar a sociedade civil” = Privatizar

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TEMPOS QUE VÊM

Posted by J. Vasco em 18/06/2011

Une Chambre en Ville, 1982, Realização: Jacques Demy

A troika externa e a troika interna vão mover-nos uma guerra sem quartel nos tempos próximos. A resposta à pergunta «quem ganha a quem?» não está dada à partida, nem escrita nas estrelas. Cabe-nos cerrar fileiras, usar a inteligência, ter coragem, e lutar. Para que os tempos que vêm não sejam das troikas, mas sejam nossos.

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PRIMUS INTER PARES

Posted by J. Vasco em 18/06/2011

 

Tocava violino, lia vorazmente, gostava da boémia lisboeta e vivia em Almada. Conhecia vagabundos, batatoteiros e loucos. A sua voz rouca, inconfundível, deu suporte a várias personagens de desenhos animados (lembram-se da Abelha Maia?). Henrique Canto e Castro (1930-2005) não tem par. Actor genial, encheu os palcos e os ecrãs de cinema com a sua técnica apuradíssima, com uma inteligência aguda e com uma enorme sensibilidade. Portugal, desgraçadamente, ignora aquele que é, porventura, o seu maior actor de sempre.

Em «Cinco dias, Cinco noites», um interessante filme de José Fonseca e Costa, Canto e Castro entra numa breve cena de cerca de cinco minutos. São cinco minutos que destroem a cena, fruto do desequilíbrio introduzido pela sua genialidade. Gestos, esgares, posições corporais, espessura psicológica – atiram a personagem a que dá corpo para patamares cinematográficos que não cabem naquela cena. A ver, a rever, a voltar a rever.

Fotografia de João Silveira Ramos    

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ILYENKOV

Posted by * em 18/06/2011

Aqui estão 3 textos, interessantíssimos, de Evald Ilyenkov, proeminente filósofo soviético:

Ilyenkov – De idolos y ideales (em espanhol)

Ilienkov Dialectica De Lo Ideal (Incompleto, em espanhol)

Ilienkov – La logica dialettica (em italiano)

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UM ARTIGO DO AVANTE!

Posted by * em 17/06/2011

Num momento em que o irracionalismo pulula em meios académicos e comunicacionais, aqui reproduzimos o texto de Manuel Augusto Araújo, publicado no Avante! de 16 de Junho de 2011:

  • Manuel Augusto Araújo

A miséria do pensamento pós-moderno

Fredric Jameson, com uma extensa obra sobre o pós-modernismo, escalpeliza as íntima relações entre o pós-modernismo e as generalizações sociológicas que anunciam um novo tipo de sociedade que alcunham de sociedade pós-industrial. Argumenta que «qualquer que seja o ângulo de análise sobre o pós-modernismo na cultura e nas humanidades tem necessariamente uma posição política, implícita e explícita, com respeito à natureza do capitalismo multinacional dos nossos dias (…) à lógica desse capitalismo tardio».

O pós-modernismo produziu deliberadamente a perda de historicidade, a fragmentação do pensamento, o esvaziamento do pensamento ideológico que retira sentido aos partidos políticos que se tornam um fim em si-próprios, organizações eleitorais sem definição nem mobilização ideológica, representando determinados interesses económicos que lhes dão apoio variável e pontual. O resultado é visível a olho nu quando se procuram diferenças entre as práticas políticas do PS, PSD e CDS. A democracia, despida da retórica em que se procura confundi-la com esses partidos, é cada vez menos uma realidade correspondente ao ideal democrático. O paradigma democrático do voto como expressão da vontade popular, quando usado para votar num desses partidos, é um voto perdido para a democracia.

Nas outras áreas, a expansão do pós-modernismo é devastadora. Nas artes, o apagamento das fronteiras entre culturas, a chamada alta cultura e a cultura popular, produziu uma polpa onde flutuam objectos e produtos sem outro destino que não seja o da exploração publicitária do trabalho formal. As ciências sociais foram tomadas de assalto pela miséria do pensamento.

O político, o intelectual, o artista ideologicamente comprometido cederam o seu lugar a uma espécie palrantes todo-o-terreno, especializados nas banalidades com que vendem as virtudes de uma sociedade que rasurou toda e qualquer espécie de dignidade para lutar pela sua sobrevivência. O espectáculo a que diariamente se assiste, vendo, ouvindo e lendo os meios de comunicação social, é deprimente. O pós-modernismo pauperizou o pensamento e o sentido de humanidade. Produz máquinas de imagens que o reproduzem nos ecrãs das televisões e dos computadores, nas redes sociais, nas montras dos centros comerciais. Mede a pulsação da vida pelos resultados económicos. Transforma a ciência económica que Marx tinha elevado à condição de ciência social e humana por excelência, na aritmética grosseira do deve e do haver. As ciências sociais e humanas, em particular a sociologia, foram despojadas de ambição para se venderem no que é imediatamente mais rentável. O que é seguido, no seu essencial pelo ideal do saber universitário cerceado por critérios económicos que impõem cursos e especialidades consideradas mais vendáveis.

É extraordinária a sucessão de gurus que se atropelam para debitar mais do mesmo, com papel de embrulho diferente. Quanto mais o pensamento é esquelético mais se vende a ideia de líder e de líder excepcional com que se procura preencher esse vazio.

A literatura, os textos de opinião, as pós-graduações e doutoramentos em liderança são abundantes, por mais insustentável que seja a sua leveza.

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DESCUBRA AS DIFERENÇAS

Posted by * em 15/06/2011

Não é tarefa fácil descobrir as poucas diferenças entre os gémeos PS e PSDois. Mas aqui vai umazinha: no que concerne à relação com o capital estrangeiro o PS tem uma política de submissão ao capital estrangeiro e o PSDois é, em grande medida, um partido do capital estrangeiro.

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A SOLUÇÃO

Posted by * em 11/06/2011

É simples, exportámos os economistas neoliberais!”


Arnaldo Bocco, director do Banco Central da Argentina, explicando como o seu país conseguiu sair da crise de 1999-2002.


Revista Istoé, 28.09.05.

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O GOVERNO MUDOU?

Posted by * em 07/06/2011

Dizem que o governo mudou! Mas… é mesmo verdade? Não tinha reparado!

Ah, então, o Américo Amorim, o Belmiro de Azevedo, o José Mello, o Joe Berardo, o Pereira Coutinho, o Luís Silva e companhia, os  Espírito Santo, a família Mello, o Soares dos Santos, o Horácio Roque, o Ricardo Salgado, o António de Sousa, o Murteira Nabo e os outros governantes resignaram? O capital imperialista e as suas tenazes como o FMI, o BCE, e Merkeleis desta Desunião Europeia também já não mandam nada? Foram derrotados nas urnas? É mesmo verdade? Não estão a brincar, é mesmo a sério? Bem, não faziam cá falta… mas não sabia que tinham deixado de governar Portugal… é que não fazia a mínima ideia de que tal tinha acontecido!

Ainda bem que já não mandam nada. Para os trabalhadores, seria horrível se estes parasitas continuassem a mandar!


mas… será que eles deixaram de mandar, deixaram de governar?

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DIA DE ACÇÃO

Posted by J. Vasco em 05/06/2011

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DIA DE REFLEXÃO

Posted by J. Vasco em 04/06/2011

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ONDA REACCIONÁRIA

Posted by * em 03/06/2011


Tudo indica que vem aí uma onda reaccionária que fará o país recuar muitos anos.

          Virá embalada ao som do neo-liberalismo de inspiração pinochetiana, com canções de Hayeks lusos cantadas por meninos arrivistas, dispostos (a passos de coelho) a acabar com tudo o que cheire a Estado Social, virá embrulhada em cantorias beatas neo-fascistas de Bagões Félixes, virá com declarações de “amor à cultura” de intelectuais-à-Morais-Sarmento… Virá com toda a força da burguesia nacional e internacional… Ela aproxima-se… Será um ataque sem quartel aos trabalhadores. Há que ter coragem e força, camaradas!

E há que resistir desde já. Votar CDU é parte imprescindível desta luta contra o lodo que emerge à tona da história!

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AO ZÉ, AO PEDRO E AO PAULO

Posted by J. Vasco em 01/06/2011

Por Rafael Fortes, em A Ira dos Mansos.

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