OLHE QUE NÃO

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Archive for 10 de Janeiro, 2011

RAZÕES PARA NÃO VOTAR CAVACO!

Posted by * em 10/01/2011

Sabemos muito bem quem ele é!

 

Proposta aos leitores deste blog: apresentem razões pelas quais não se deve votar Cavaco nas próximas eleições presidenciais!

Coloquem as vossas razões na forma de comentários a este post (evitando repetições).

Divulguem a iniciativa, peçam aos amigos que também participem.

Força, a direita mais reaccionária não passará!

 

 

 

Introduziu os recibos verdes em Portugal com a converseta de que ia ser porreiro e moderno como na Inglaterra da Tatcher.

(Anónimo)

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Já agora: “Não leio jornais”. (Cavaco Silva)…  “Nunca tenho dúvidas e raramente me engano”. (Cavaco Silva)

Mais palavras para quê?

(Carlos Malheiro)

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Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és. Os grandes empresários do “Compromisso Portugal” apoiam o Cavaco. Para quê? Por que será?

(Anónimo)

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Arma-se em sério mas é desonesto e falso.

(Teresa Rodrigues)

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A nunca esquecer: há uns anos Cavaco chamou “Assembleia Nacional” à Assembleia da República; o ano passado retomou, no dia 10 de Junho, a expressão “dia da raça”; quando era primeiro-ministro, atribuiu pensões a pides por altos serviços prestados à pátria; no final do seu último mandato de primeiro-ministro, as forças repressivas usaram balas reais sobre as populações no bloqueio da Ponte 25 de Abril (houve quem tenha sido atingido e ficado paraplégico); quando era um jovem quadro do regime fascista, teve acesso a documentação top secret da Nato, apenas ao alcance de gente de confiança do regime…

Este homem é ou não é coerente?

(J. Vasco)

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Cavaco Silva é um reacionário que nunca gostou do 25 de Abril e não gosta do povo.

(Caroline Viola)

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Quando foi primeiro-ministro, Cavaco atribuiu pensões a ex-inspectores da PIDE, um dos quais disparara sobre uma multidão concentrada à porta da sede da PIDE (na Rua António Maria Cardoso). O mesmo cavaco que recusou dar uma pensão a Salgueiro Maia.

(Anónimo)

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Cavaco Silva é um homem do passado mais negro de Portugal e um inimigo da Democracia e do Progresso.

(A.M.D.)

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E ficou muito satisfeito por “Poço de Boliqueime” passar a “Fonte de Boliqueime”. A piroseira diz tudo…

(Jaime)

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É quase monárquico. É salazarento.

(Anónimo)

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O Cavaco Silva detesta a cultura. Foi um governo dele que censurou o Saramago e o Cavaco orgulhava-se de não saber quantos cantos têm os Lusíadas.

(Fábio Marques)

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O estado laranja, liderado por Cavaco, criou gente como Dias Loureiro, Oliveira e Costa, Duarte Lima, José Luís Arnaut & amigos. Todas elas pessoas muito sérias.

(Rosa Santos Carvalho)

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apoia as guerras made in USA

(Anónimo)

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o belmiro é apoiante do cavaco.

(Anónimo)

 . 

 “Vá a uma instituição que não seja do estado”. Porque o estado é só para pagar o buraco do BPN.

Vejam: http://www.youtube.com/watch?v=tOkTkHsMuYQ&feature=player_embedded (Anónimo)

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Em actualização.. Veja a lista completa de comentários aqui em baixo

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O QUE ESTÁ EM JOGO NAS PRESIDENCIAIS

Posted by J. Vasco em 10/01/2011

Qual é a grande questão que se coloca na eleição presidencial do próximo dia 23 de Janeiro?

A cartilha dominante, soprada aos quatro ventos por um monolítico coro de «comentadores» encartados, de reaccionários de direita e de «radicais» da «esquerda» chique (de extracção «autonomista», ou de obediência social-democrata), garante-nos de dia e de noite que se trata de eleger um homem para um cargo unipessoal. E por aqui se ficam, presos nesta «lógica» férrea. Nada mais há do que eleger um homem, sair de cena e deixar que ele aja por nós, esperando que seja «competente», «justo», «solidário», «interventivo», «isento», blá-blá-blá. O contexto social que envolve a eleição e para o qual ela se dirige; os conflitos e as contradições políticas em presença; o conteúdo e o programa político de cada candidato; as forças sociais que são por eles chamadas a intervir e a defender os seus interesses – tudo isto (no fundo, as questões verdadeiramente capitais que estão em jogo a 23 de Janeiro) é olímpica, mas não desinteressadamente, ignorado e posto debaixo do tapete pelo nosso coro, em favor de barganhas em torno das mais rasteiras aritméticas de bolso e insignificâncias afins.

No dia 23 de Janeiro de 2011, o que se vai decidir é se a luta dos trabalhadores e do povo tem na presidência da república um órgão que com ela se identifica, dando-lhe com isso força institucional, peso político e maior capacidade de resistência para as grandes lutas futuras; ou se, pelo contrário, a presidência da república, mancomunada com São Bento, será, como até aqui, um pilar político da burguesia e um farol das privatizações, dos PEC’s, da destruição das conquistas dos trabalhadores e das guerras coloniais chefiadas pela NATO.

Apenas a candidatura de Francisco Lopes se encontra em medida de cumprir o primeiro desígnio. Por se assumir como um projecto político definido, claramente em ruptura com a agenda burguesa; por encontrar as suas raízes e o seu horizonte no movimento operário e popular; ao contrário de todas as outras candidaturas, que pedem votos para eleger um qualquer «grande homem», por concitar a acção própria das grandes massas, não vendo na sua eleição um fim pessoal, esgotado em si próprio: «Com toda a confiança, dirijo-me aos trabalhadores e ao povo de Portugal: é preciso transformar desânimos e resignações em esperança combativa. Confiem nas vossas próprias forças! Mobilizem a vossa vontade, energia e capacidades!» (Francisco Lopes, declaração de candidatura, 10 de Setembro de 2010).
   

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