OLHE QUE NÃO

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Archive for 23 de Outubro, 2010

UM GENUÍNO SENTIDO DE IGUALDADE, UMA RIGOROSA DEMOCRATICIDADE

Posted by J. Vasco em 23/10/2010

O lado explosivo da questão. Com a devida vénia a Manuel Raposo.

 

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SIM… QUANTOS ANOS, QUANTO TEMPO?

Posted by J. Vasco em 23/10/2010

How many roads must a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they’re forever banned ?
The answer my friend is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.

Yes, how many years can a mountain exist
Before it’s washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they’re allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn’t see ?
The answer my friend is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.

Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.

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SOBRE O GRANDE IDEALISMO ALEMÃO

Posted by J. Vasco em 23/10/2010

Foi dado à estampa, há cerca de um ano, este interessantíssimo estudo do académico grego Nectarios Limnatis, radicado nos EUA, sobre o idealismo alemão.

O livro intitula-se «German Idealism And The Problem Of Knowledge», e acompanha, do ponto de vista lógico e no plano histórico, a passagem do idealismo subjectivo de Kant ao idealismo objectivo de Hegel.

Nectarios Limnatis oferece-nos uma bem fundamentada análise, quase sempre elaborada em filigrana, das filosofias de Kant, de Fichte, de Schelling e de Hegel. Tem o enorme mérito de mostrar os vínculos necessários (não-arbitrários) que as relacionam, que as estruturam e que possibilitam o desenvolvimento e a transformação de umas nas outras, ou melhor: a transformação do idealismo kantiano no idealismo de Hegel.

O caminho não estava fatalmente determinado à partida. Mas o pôr em marcha certos aspectos da doutrina de Kant, não poderia, nem no plano lógico nem no plano histórico, ter outro desfecho que o sistema hegeliano. Hegel levou o idealismo ao seu limite máximo, nele integrando como seu momento dialéctico a própria objectividade material.

Clique aqui para ter acesso ao livro.

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