OLHE QUE NÃO

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Posts Tagged ‘luta dos trabalhadores’

26 DE MAIO: CONSTRUIR UMA MURALHA DE AÇO CONTRA A TROIKA

Publicado por J. Vasco em 20/05/2012

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LONGE DA VISTA

Publicado por J. Vasco em 24/03/2012

 

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MUITO ANTES DE SUBIR AO CHIADO

Publicado por J. Vasco em 24/03/2012

Os principais meios de comunicação social, mesmo contra a sua vontade, não puderam deixar de difundir a repugnante carga policial fascista do Chiado. Mas esforçaram-se, do mesmo passo, por circunscrever o dia de greve geral (e a brutal repressão que sobre ele recaiu) à manada de robocops que investiu Chiado acima, atingindo tudo o que mexesse. A pequena burguesia intelectualizada suspirou, lamentou os acontecimentos e a seguir indignou-se. Afinal de contas, isto é uma perturbação da «democracia». É preciso corrigir os «excessos» e regressar à «ordem natural das coisas», a ordem que sobre nós reina: os trabalhadores que vendam a sua força de trabalho e os capitalistas que se apropriem da mais-valia sob a forma de lucro.

E no entanto, lá onde a exploração pulsa na sua face mais crua, lá onde o afrontamento entre exploradores e explorados se dá corpo a corpo, lá onde a coragem e a solidariedade não são palavras ocas mas forças sociais em acção, imperou no dia 22 de Março a violência mais brutal, mais impiedosa e não menos sistemática. Longe dos holofotes e fora da consideração da opinião «bem pensante», os piquetes de greve, de Norte a Sul do país, provaram mais uma vez o inconfundível sabor do estado de excepção.

As forças policiais actuaram na luta de classes como aquilo que são: um braço armado da burguesia. Violando a lei da greve, impediram que os piquetes contactassem os trabalhadores e carregaram sobre eles sempre que um amarelo decidia furar a greve. Em cada caso, actuaram abertamente segundo os interesses das administrações das empresas. (Cada trabalhador e sindicalista que integra um piquete de greve tem uma noção mil vezes mais nítida do carácter do Estado como aparelho de repressão de uma classe sobre outras do que o mais distinto dos professores universitários que enche centos de páginas com ficções acerca do Estado enquanto «organizador do bem comum»).

No piquete de greve da Vimeca, em Queluz de Baixo, um dos polícias, quando confrontado com a violação da lei a que estava a proceder, saiu-se com uma tirada que veríamos ser politicamente racionalizada pelo deputado fascista João Almeida, do CDS, na Assembleia da República: estava ali a proteger a «liberdade de quem queria trabalhar». Ao início da madrugada, um polícia da mesma força que actuou na Vimeca dirigiu-se a duas jovens do piquete de greve, para começo de conversa, prometendo-lhes umas bastonadas lá para o meio da noite. O mesmo polícia, em tom de ódio, disse que as pessoas que compunham o piquete não estavam a fazer mais do que «figurinhas». O ódio e a provocação sucediam-se. O oficial que dirigia as forças policiais fez-se acompanhar de um pingalim que brandia de cada vez que tartamudeava as orientações dos capatazes da administração da empresa. Os mesmos capatazes da administração, de resto, que tinham o seu piquete anti-greve montado à entrada das instalações e que o utilizavam como arma de condicionamento dos trabalhadores com o apoio da polícia.

A força policial, em conluio com os patrões da Vimeca, instalou-se no local muito antes da chegada do piquete, com o objectivo de impedir a sua formação. Transportaram grades para os portões e queriam colocar as pessoas atrás delas. A resistência do piquete travou esse objectivo. O cordão policial, finalmente, passou a noite a investir sobre o piquete de greve.

É este o regime em que vivemos. Foi assim, mais uma vez, de Norte a Sul.

Milhares de homens e mulheres lutam com coragem, determinação e inteligência. Não merecem as preocupações do filisteu «bem pensante» nem a atenção dos meios de comunicação, ainda que sejam eles quem mais sofre na pele a violência burguesa. Mas estão lá. Sempre. E dão a conhecer aos trabalhadores toda a sua força, quando se juntam e organizam. Dão corpo à luta mais bela de todas: a luta pela emancipação humana, pelo fim da exploração capitalista. Porque sabem que o fascismo é uma toupeira que sobe à superfície, enfrentam-no no local mesmo em que a essência do capitalismo se determina. Enfrentam-no, com todos os custos que isso acarreta, cá em baixo, muito antes de ele subir ao Chiado.

Central da Vimeca, Queluz de Baixo, 22 de Março de 2012

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NÃO DEIXES QUE TE PAPEM. LUTA

Publicado por J. Vasco em 21/03/2012

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PARA ALÉM DO MEDO

Publicado por J. Vasco em 21/03/2012

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FAZER FRENTE

Publicado por J. Vasco em 21/03/2012

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A GREVE É GERAL

Publicado por qmiguel em 18/03/2012

Existe um momento em que temos de tomar o nosso futuro nas nossas mãos. Não “vamos” à greve, construímo-la pela nossa luta, no nosso local de trabalho.  A greve é geral e são os trabalhadores como eu e tu que a fazem:

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O FMI NÃO MANDA AQUI

Publicado por J. Vasco em 19/02/2012

Passos Coelho em Gouveia - NUNO ANDRE FERREIRA/LUSA

O betinho do Coelho, paladino da extorsão da mais-valia, apostado em infernizar a vida de milhões de trabalhadores para garantir o sagrado lucro do patronato, foi recebido com vaias em Gouveia, que volta às suas fortes tradições de luta dos anos 30 e 40 do século passado. «O FMI não manda aqui», gritaram os manifestantes, compostos por trabalhadores e sindicalistas da Citroën de Mangualde, membros das comissões de utentes contra o pagamento das portagens e massas populares atingidas pelas políticas neoliberais.

É preciso receber esta gente desta forma, onde quer que vá. Não lhes dar um minuto de descanso, sequer. É preciso fortalecer os protestos e ampliá-los. A luta vai continuar e vai crescer.

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TERREIRO DO PAÇO, TERREIRO DO POVO (II)

Publicado por J. Vasco em 10/02/2012

É JÁ AMANHÃ: MANIFESTAÇÃO NACIONAL, 15H, NO TERREIRO DO POVO

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TERREIRO DO PAÇO, TERREIRO DO POVO

Publicado por J. Vasco em 08/02/2012

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XII CONGRESSO DA CGTP

Publicado por J. Vasco em 27/01/2012

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(Clicar na imagem para acompanhar os trabalhos do congresso em directo)

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A PRODUTIVIDADE, ORA AÍ ESTÁ…

Publicado por qmiguel em 17/01/2012

Aí está a “prenda no sapatinho” do capital. Como se nos tempos que correm fosse coisa que rareasse. A musica acaba e as tombam as mascaras: um trabalhador deve dispor do mínimo poder possível sobre a sua vida, não servisse a sua existência apenas para que lhe seja sugado o fruto do seu trabalho.

Férias é coisa para quem dispõe de capital, para os proprietários, esses sim poderão ser livres, cada vez mais livre de sugar o trabalho alheio. Uma jorna organizada onde  procuramos encaixar, entre as fatigantes horas de exploração, um tempinho para estarmos com os nossos é coisa  que não deve depender de quem trabalha para que outro amealhe.  Afinal só precisamos de descansar para “recuperar física e psicologicamente” para que amanhã, ou dentro de 5 minutos, a exploração possa continuar.

Pois sim terão por certo todos os direitos formais, até o de dizer que não, mas nunca em conjunto digamos que de uma forma mais “dinâmica” através de “estruturas para o efeito”, até porque o direito ao seu posto de trabalho passa a estar dependente do mero e unilateral apetite do patrão, que terá apenas que formalmente explicar de que forma alguém é inadaptado, isto quando não lhe apetecer simplesmente extinguir o posto de trabalho em questão (até porque já pode haver outro de “conteúdo funcional idêntico”), nada que nos preocupe pois haverá sempre um “critério relevante”. O “critério relevante”, “estruturas representativas”, “dinamização”, são as novas denominações da mais pura repressão social.  Estamos todos às ordens e a lei é conforme…

Total liberdade, mas liberdade para despedir, para reprimir, para explorar. Nenhuma liberdade para quem produz. Em nome de uma crise para a qual o sistema capitalista não oferece nenhuma possibilidade de superação.

Hoje mais que ontem, uma barricada só tem dois lados.

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DO “PAGAMENTO” DA “DÍVIDA” (II)

Publicado por qmiguel em 11/12/2011

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LUMINOSA

Publicado por J. Vasco em 23/11/2011

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A FORÇA DA GREVE GERAL

Publicado por J. Vasco em 23/11/2011

 

ACOMPANHA, DIVULGA, PARTICIPA.

(clicar na imagem)

 

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TODOS AOS PIQUETES!

Publicado por J. Vasco em 18/11/2011

Gerd Arntz Web Archive, por amabilidade do Pedro Pousada, há um ano

 

Retomam-se aqui as palavras de há um ano:

«Os piquetes de greve são elementos fundamentais da luta dos trabalhadores contra a repressão e contra os boicotes dos amarelos. São escolas de resistência e de organização. Terão nas lutas futuras um papel cada vez mais decisivo. E, senhores burgueses e respectivos lacaios (fardados ou não), podeis tremer: os piquetes alargar-se-ão amplamente, multiplicar-se-ão, consolidar-se-ão e fortalecer-se-ão. Até à vitória final».

 

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ABRE OS OLHOS E OLHA, ABRE OS BRAÇOS E LUTA

Publicado por J. Vasco em 18/11/2011

 

A burguesia bem tenta que assim não seja. Tenta por todos os meios. As televisões não passam, os jornais não falam, a universidade dá alento a «sociólogos» marca Villaverde Cabral que decretaram o fim da classe operária nos anos 80 e que propõem o fim do 1º de Maio no ano de 2011.  Mas a verdade é que os trabalhadores levantam-se, organizam-se e lutam. A verdade é que as organizações de classe dos trabalhadores - perseverantes, actuantes, firmes, com saber histórico e ligação às massas - reúnem, debatem, esclarecem e mobilizam. E não desfalecem. E não desistem. E organizam.

A greve geral é a força dos trabalhadores. É a demonstração de que não são objectos passivos, às ordens do capital, mas sujeitos conscientes capazes de se emanciparem (e com eles a humanidade) e de determinarem a história.

VIVA A GREVE GERAL! 

 

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O PESO MORTO DA HISTÓRIA

Publicado por J. Vasco em 30/10/2011

«Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que “viver significa tomar partido”. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, cobardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.

A indiferença é o peso morto da história.»

(CONTINUAR A LER AQUI)

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NOS 140 ANOS DA COMUNA DE PARIS

Publicado por qmiguel em 23/10/2011

No ano em que se comemora os 140 anos da comuna de paris não poderiamos passar sem deixar a nossa homenagem a este acontecimento maior da história da humanidade.

“Os princípios da comuna são eternos e não podem ser destruídos. Eles ressurgirão sempre de novo até que a classe operária se emancipe.” K.Marx

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QUANTO MAIS CALADO MAIS ROUBADO

Publicado por J. Vasco em 16/10/2011

Os capitalistas exploram-te até ao tutano.

O governo e os comentadores a soldo enxovalham-te por cima e dizem que és de brandos costumes e mansinho. Que vais aceitar tudo a bem dos mercados.

Acorda. Agarra a história. Constrói o futuro.

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DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA

Publicado por J. Vasco em 16/10/2011

Que é uma época histórica?

É a tendência essencial de uma etapa do processo histórico. Como tendência, contém em si os elementos que a retardam, contrariam e impedem de se desenvolver. A sua efectivação histórica, por conseguinte, não tem um arco temporal definido à partida. Depende de condições objectivas e da prática social total. Depende dos choques de classe que se dão na sociedade. A época histórica é mesmo composta por momentos que se movem em sentido oposto à sua direcção essencial. A história é isso: o ritmo e o movimento dessas contradições.

O momento de reacção que vivemos está integrado num quadro geral de maior fôlego: a época das revoluções proletárias, da passagem revolucionária do capitalismo ao socialismo. Sem ter presentes estas coordenadas estruturantes e essenciais, não será possível compreender adequadamente os tempos que atravessamos. A burguesia, em crise económica mas senhora do domínio político, pretende desesperadamente retardar, contrariar e se possível impedir a consumação da tendência essencial da nossa época histórica.

Novas camadas sociais e novos sujeitos políticos chegam à luta. Falsos trabalhadores «independentes», atomizados pelo pós-fordismo e pela sua ideologia; camadas intermédias das chamadas profissões liberais; intelectuais atirados para a precariedade – sentem na pele os efeitos do sistema e começam a acordar de um longo sono paralisante para a vida política. Chegam com inúmeras ilusões e debilidades políticas, sem hábitos de organização colectiva e com preconceitos arreigados contra a «política». O seu ódio à organização colectiva e aos partidos funda-se no enquadramento atomizado do seu mundo laboral. Sabem o que não querem, mas falece-lhes uma perspectiva histórica determinada. A noção de época histórica está ausente do seu horizonte.

É da maior importância que se mantenham na luta e que radicalizem o protesto.

Simultaneamente, porém, é necessário dizer que os limites históricos da sua acção e dos seus objectivos são cada vez mais nítidos. A «espontaneidade», o apartidarismo e a ausência de objectivos históricos determinados levam a becos sem saída e a uma consequente neutralização do movimento. A falta de organizações revolucionárias implantadas na estrutura produtiva (núcleo da exploração capitalista) e a inorganicidade dos movimentos políticos não permitem dar consequência e consumação às tendências históricas de uma época.

O principal mérito histórico das organizações revolucionárias de classe dos trabalhadores portugueses foi a consciência histórica de que deram mostras ao longo do tempo. Sabendo que a história avança por saltos, não ignoram que a preparação para tais saltos é prolongada e exige corredores de fundo. Se nos reportarmos aos últimos 35 anos, precisamos de reconhecer que souberam manter o navio no meio das maiores tempestades (nacionais e internacionais). Legam às gerações vindouras um solo firme para enraizarem a luta e boas perspectivas de a desenvolver.

É esse o caminho, ontem como hoje: organizar a luta e ter presente a época histórica que atravessamos. Construir um longo processo de resistência e preparar os novos saltos.

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ESTADO DE EXCEPÇÃO

Publicado por J. Vasco em 15/10/2011

A decisão do juiz do Tribunal do Comércio de Lisboa, datada de 11 de Outubro, dizia isto, preto no branco: «determino a suspensão da liquidação e partilha até à realização da assembleia de credores designada para o próximo dia 5.12.2011. Notifique, sendo desde já e pelo meio mais expedito o Sr. Administrador da Insolvência». Estas frases, na prática, permitiam a viabilização da TNC, pela qual os trabalhadores da empresa travam uma dura e prolongada luta desde o início do verão passado.

 No dia seguinte, o «Sr. Administrador da Insolvência», supõe-se que notificado «pelo meio mais expedito», convocou 200 agentes da PSP, 10 carrinhas e 8 reboques (tudo pertencente à polícia), dirigiu-se ao Campus da Justiça no Parque das Nações, onde os trabalhadores em luta haviam estacionado 40 camiões da empresa, e mandou-os rebocar. Tudo isto pela calada da noite, à 1 hora da manhã. Logo depois, a operação patronal conduzida pelas «forças da ordem» rumou às instalações da TNC em Alverca e roubou todo o material da empresa.

É a isto que os ideólogos do sistema e os seus papagaios chamam o «estado de direito democrático». Os trabalhadores conscientes, esses, conhecem-no bem: é o permanente «estado de excepção» que a burguesia, através do seu Estado de classe, decreta e lhes impõe diariamente. Ao longo de 36 anos de contra-revolução a cantiga não tem sido outra. Na Lisnave, na Sorefame ou nos milhares de empresas pilhadas e a seguir encerradas pelos vários «Sr. Administrador da Insolvência».

Em todos estes processos, quem lá esteve sempre, de dia e de noite, à chuva, ao frio e ao sol; quem animou cada uma dessas lutas; quem apanhou os cacos, cerrou fileiras e organizou a resistência – foram os militantes comunistas: trabalhadores dessas empresas, dirigentes sindicais ou moradores nas regiões. É uma história de tenacidade que os órgãos de comunicação escondem e querem calar. É uma história de fraternidade e de camaradagem de que qualquer filisteu (encontre-se ele num retiro ecológico-espiritual no campo ou mergulhado na frenética vida intelectual da academia) nunca sequer ouviu falar. É uma história que explica a imorredoura implantação do PCP no seio da classe operária.

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QUANDO O POVO SE LEVANTA

Publicado por J. Vasco em 27/07/2011

 

No Cartaxo, os yuppies do PS, de braço dado com os do PSD, preparam há vários anos a privatização da água, em nome, como sempre, da «modernidade e da democracia». Neste quadro, decidiram aumentar sucessivamente as tarifas da água por um período de 35 anos. Porém, aquilo que mais temem e mais odeiam, a iniciativa popular, desta vez estragou-lhes os planos. A força do povo obrigou o executivo municipal dos yuppies a admitir publicamente rever os tarifários da água. De rabinho entre as pernas, claro, mas com a farronca própria de quem está ao serviço das classes dominantes.

 

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PIC-NIC CONTRA A PRECARIEDADE

Publicado por J. Vasco em 08/07/2011

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A LUTA CONTINUA

Publicado por J. Vasco em 23/06/2011

Cerca de 700 operários dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo participaram ontem no mais concorrido plenário dos últimos anos. Estão em causa 380 despedimentos decididos pela administração e a subsequente precarização dos postos de trabalho que sobrarem com a privatização da empresa. As sub-contratações tratarão do resto e atirarão os trabalhadores direitinhos para o século XIX. É isto que o capitalismo tem para oferecer: miséria e exploração. Para responder à situação, o plenário decidiu marcar uma greve para o próximo dia 29. Os trabalhadores mostram-se dispostos a lutar e a comissão de trabalhadores prometeu que «as coisas não vão ficar assim».

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TEMPOS QUE VÊM

Publicado por J. Vasco em 18/06/2011

Une Chambre en Ville, 1982, Realização: Jacques Demy

A troika externa e a troika interna vão mover-nos uma guerra sem quartel nos tempos próximos. A resposta à pergunta «quem ganha a quem?» não está dada à partida, nem escrita nas estrelas. Cabe-nos cerrar fileiras, usar a inteligência, ter coragem, e lutar. Para que os tempos que vêm não sejam das troikas, mas sejam nossos.

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AO ZÉ, AO PEDRO E AO PAULO

Publicado por J. Vasco em 01/06/2011

Por Rafael Fortes, em A Ira dos Mansos.

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DE CRIADOS DOMÉSTICOS A TRABALHADORES ASSALARIADOS

Publicado por J. Vasco em 15/05/2011

Divulguem e apareçam!

Publicado em Américo Nunes, Grupo de Estudos Marxistas, Inês Brasão | Com as tags : | 2 Comentários »

PRIMEIRO DE MAIO (III)

Publicado por J. Vasco em 01/05/2011

«Digam à minha neta! Digam-lhe que ela tem razão! Um homem só não vale nada! Ouve-se como que um gemido soltado por dezenas de bocas, e os camponeses atiram-se para diante.»

Manuel da Fonseca, Seara de Vento

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PRIMEIRO DE MAIO (II)

Publicado por J. Vasco em 01/05/2011

Diego Rivera, Desfile do 1º de Maio em Moscovo, 1956

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