Um pequeno vídeo dedicado à caída e saída dos sereSS abjectoSS
(sim, mais cedo ou mais tarde, the sun will set for you)
(Perdão aos Linkin Park por dedicar uma música linda a seres imundos)
Publicado por Jyoti Gomes em 03/06/2012
Um pequeno vídeo dedicado à caída e saída dos sereSS abjectoSS
(sim, mais cedo ou mais tarde, the sun will set for you)
(Perdão aos Linkin Park por dedicar uma música linda a seres imundos)
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Publicado por J. Vasco em 01/06/2012

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Publicado por Jyoti Gomes em 29/03/2012
O Passócrates e o seu PSDois (assim como os fachos do Partido do Peculato), desunham-se em querer parecer diferentes do Partido do Pinócrates. Mas não é fácil distinguir a imundice da imundície.
Vejamos:
Em relação a esta última característica, basta dizer que a mentira começa logo no nome dos partidos:
É como dissemos: mentirosos até à medula, trapaceiros do pior, defensores da mais vil exploração.
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Publicado por J. Vasco em 19/02/2012
O betinho do Coelho, paladino da extorsão da mais-valia, apostado em infernizar a vida de milhões de trabalhadores para garantir o sagrado lucro do patronato, foi recebido com vaias em Gouveia, que volta às suas fortes tradições de luta dos anos 30 e 40 do século passado. «O FMI não manda aqui», gritaram os manifestantes, compostos por trabalhadores e sindicalistas da Citroën de Mangualde, membros das comissões de utentes contra o pagamento das portagens e massas populares atingidas pelas políticas neoliberais.
É preciso receber esta gente desta forma, onde quer que vá. Não lhes dar um minuto de descanso, sequer. É preciso fortalecer os protestos e ampliá-los. A luta vai continuar e vai crescer.
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Publicado por Jyoti Gomes em 16/12/2011
Por estas e por outras é que se vê que neste povo há grandeza e dignidade,
por estas e por outras é que se vê que nem todos se vergam:
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Publicado por J. Vasco em 31/05/2011
E uma enxadazinha num sítio que eu cá sei, ó Coelho?
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Publicado por Jyoti Gomes em 29/05/2011
Em relação à questão do referendo ao aborto, o cacique do PSDois diz que falou no assunto por ser ingénuo. Falou do assunto porque quis, isto sabemos nós. Mas que é burro, lá nisso ninguém lhe tira a razão (quem diz que é burro geralmente tem razão). Mas o problema nem é a burrice assumida do Rei do Lixo, o problema é o modelo de sociedade que ele defende, ou seja, ele defende um modelo de sociedade o mais parecido possível com uma selva onde, da forma mais abjecta, o capital possa explorar sem quaisquer entraves. E como qualquer arrivista, ele cumpre a sua função de classe com um imenso e intenso fervor, só comparável à sua burrice.
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Publicado por J. Vasco em 24/01/2011


A vitória de Cavaco vai favorecer o grande objectivo a curto prazo da burguesia portuguesa: um governo de coligação, «estável, forte e de consenso alargado», entre PS, PSD e CDS. Vai ser a comissão de serviço do FMI em Portugal (como, de resto, nunca deixou de ser, embora com outros arranjos).
Cá estaremos, para o que der e vier. Somos corredores de fundo, vimos do fundo do tempo e não abandonamos o nosso posto.
A luta continua!
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Publicado por Jyoti Gomes em 28/11/2010

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Publicado por Jyoti Gomes em 02/05/2010

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Publicado por J. Vasco em 16/04/2010
Domingo passado, hora de almoço.
Olhemos bem de perto este casal de desempregados do Vale do Ave (olhemo-lo, hoje, somente a ele, contemos apenas o seu caso, deixemos de lado, por momentos, aquele, da Azambuja, ou o outro, além, de Santo Tirso, ou esse aí, aí mesmo, da Covilhã, ou ainda aqueloutro, da Amadora… ou não será antes de Guimarães, ou de Ovar, ou de Faro, ou de Coimbra?). Os vizinhos da terra, mais novos, sem infantes, já partiram há um ano, meses depois da fábrica ter sido encerrada pela administração, as máquinas roubadas pelo Sr. CEO com o beneplácito do estado português, e os lucros, claro, tranferidos para uma conta na Suíça (a Suíça lava mais branco), ou para um off-shore perto de nós: uns foram para Espanha, tentar a sorte na laranja, na vinha, na construção civil - nunca mais se soube deles; outros abalaram para Andorra, a empregarem-se no comércio – como será que hão-de estar?
O nosso casal, quasi-cinquentões ambos, dois filhos a estudar (e a comer, e a vestir, e a levar ao médico), recebe agora, por junto, um poucochinho menos de 1000 euros de subsídio de desemprego, após dezenas de anos de trabalho e de descontos. Os horários e os ritmos de trabalho nunca foram brandos, antes pelo contrário: «a produtividade, ora aí está». Os salários que auferiram durante esse tempo foram, como é bom de ver, aqueles salários «competitivos» próprios de qualquer «economia de mercado» que premeia o «mérito» e a «excelência». Em bom português, salários de miséria que são o correlato necessário, incontornável, inescapável, forçoso, dos lucros gigantescos dos Belmiros, dos Amorins, dos Berardos, dos Espírito Santo, e tutti quanti. E das «migalhas» generosas que eles dispensam aos seus homens de mão do PS, PSD e CDS, seja como ministros de turno, ou como gestores de ronda.
Mas voltemos ao almoço de domingo do nosso casal de desempregados, que já vai arrefecendo.
O cozido que calmamente degustam foi confeccionado com os produtos do horto, que ainda lhes vai valendo.
O televisor está ligado, transmitindo a sessão de encerramento do trigésimo-não-sei-das-quantas-congresso-do-PPD/PSD. O gauleiter recém-entronizado, um tal de Passos Coelho, yuppie betinho com olhos de carneirinho mal morto, espécie de Ken (para quem não saiba: o namorado da Barbie) arrivista e sem escrúpulos, dá largas a todo o seu ódio de classe, espraia-se, com indisfarçável gozo, em carícias, promessas de amor e juras de fidelidade à burguesia, e em humilhações e ataques contra os pobres. Depois de propor congelamentos de salários, mais privatizações (o que será que sobra, depois do PEC?), e a revisão constitucional (será por ainda lá estar o serviço nacional de saúde, a educação tendencialmente gratuita, enfim, ainda algumas marcas da revolução de Abril?), depois de tudo isto, dizia-se, o snob Coelho condensou finalmente o seu mais alto pensamento político, como que dirigindo-se directamente ao nosso casal de «privilegiados»: «os que recebem subsídio de desemprego têm de retribuir com trabalho para a comunidade». Ah, valentão!
É nojo, só nojo, simplesmente nojo, que estes trastes reaccionários provocam. Limitam-se a dar expressão política aos preconceitos mais fascistóides do senso-comum, tentando com isso dividir para reinar, tentando com isso virar o pobre contra o miserável.
Sejamos, no entanto, pacientes, e reponhamos a verdade: o subsídio de desemprego é resultado de descontos que, mensalmente, os trabalhadores fazem para a segurança social. É um direito (conquistado pela luta, senhores snobs, arrancado na luta, senhores yuppies), não é nem uma benesse, nem uma esmola (de que vocês tanto gostam, senhores «democratas» de pacotilha, para manter pobres os pobres). Não é destempero orçamental, nem dádiva do governo-mãos-abertas para ganhar eleições, como dizem os liberalóides. Repete-se: é um direito. Aliás, enquanto regime contributivo, funciona como uma espécie de seguro (nalguns países tem mesmo esse nome), a lógica é idêntica à de um seguro.
Que esta coisa fascistóide, liberal em toda a linha, a que o tal de Passos Coelho preside tenha como nome «partido social-democrata» é coisa que já não é da ordem da comédia, mas da tragédia. É a continuação da mentira que enforma, determina e pontua a sua política direitista, elitista e reaccionária. Política que promove, aprofunda e torna sem saída a situação dos casais desempregados – agora sim, falemos deles – da Azambuja, de Santo Tirso, da Covilhã, da Amadora, de Guimarães, de Ovar, de Faro, de Coimbra…
O casal do Vale do Ave, depois do almoço de domingo, continua até hoje na mesma. Com efeito, o centro de emprego da sua área de residência tem empregos a rodos para dar e vender. A 2 euros à hora. A recibos verdes. Algumas horitas por semana. Como dizia o outro: «é fazer as contas».
AVISO: quem quiser consultar as condições de acesso a outro insuportável «privilégio» dos pobres, o Rendimento Social de Inserção, pode fazê-lo aqui. Vejam como o país não pode mais suportar estes elevados «desmandos orçamentais» com «quem não quer trabalhar», e, para além da pobreza material, exibe sobretudo uma aguda e persistente «pobreza de espírito», promotora da visão «subsídio-dependente» e da pedinchice ao «paizinho-estado-que-dá-tudo». Quem não estaria disposto a trocar de vida com estes «privilegiados», hã? Quem?
Publicado em Nojo, PP Coelho | Com as tags : capitalismo, crise, LIBERALISMO, luta dos trabalhadores | 2 Comentários »