«A história pode ser examinada sob dois aspectos. Podemos dividi-la em história da natureza e história dos homens. No entanto, não podemos separar estes dois aspectos; enquanto existirem homens a sua história e a história da natureza condicionar-se-ão reciprocamente.» Marx e Engels, Ideologia Alemã-passagem rasurada
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A HISTÓRIA E A DIALÉCTICA
Publicado por qmiguel em 01/03/2012
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MARX EM MAIO
Publicado por Jyoti Gomes em 06/02/2012
CONGRESSO INTERNACIONAL MARX EM MAIO
3, 4 e 5 de Maio de 2012
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
(ANFITEATRO 1)
ENTRADA LIVRE
Nos próximos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2012, realizar-se-á, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o Congresso Internacional Marx em Maio, perspectivas para o séc.XXI, organizado pelo Grupo de Estudos Marxistas (GEM). Congresso multidisciplinar, incluindo participantes das áreas da Filosofia, da História e da Economia, mas também das Ciências naturais, das Artes plásticas, da Política e do mundo sindical, o seu fio condutor será a actualidade e fertilidade do pensamento marxista enquanto instrumento fundamental de análise crítica. Num contexto de crise generalizada, pautada pela desconsideração do papel da racionalidade, da teoria e da cultura como elementos fundamentais de transformação, individual e colectiva, o Congresso Marx em Maio procurará contribuir para o aprofundamento de problemáticas centrais dos nossos dias e para o estímulo de um pensamento científico guiado por uma racionalidade crítica e dialéctica.
A lista dos participantes, assim como o título das comunicações estão disponíveis em: http://marxemmaio.wordpress.com
Para mais informações, contactar : grupodeestudosmarxistas@gmail.com
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DO ABSTRACTO E DO CONCRETO
Publicado por J. Vasco em 05/12/2010
«O concreto é concreto, porque é a reunião de muitas determinações, portanto, é unidade do diverso. No pensar, aparece, pois, como processo da reunião, como resultado, não como ponto de partida, apesar de ele ser o ponto de partida real e, portanto, também o ponto de partida da intuição e da representação. O método de subir do abstracto ao concreto é, para o pensar, apenas a maneira de se apropriar do concreto, de o reproduzir como um concreto espiritual. De modo nenhum é, porém, o processo de génese do próprio concreto.».
Karl Marx, Grundrisse, Capítulo 1, 1857
NOTA: mesmo entre aqueles que se consideram marxistas, subsiste por vezes a ideia de que o concreto se reduz ao corpóreo, ao imediato, ao positivo e ao discreto. Este erro não deixa de trazer sérias e desastrosas consequências, quer a nível teórico, quer em relação à prática. O concreto é o multiplamente determinado, é um sistema de relações (intrínsecas e extrínsecas) – e é tudo isso processual e historicamente, ou seja, em devir. O abstracto é o separado, o isolado (relativamente) de uma totalidade. O abstracto é um momento da reconstituição concreta (espiritual) do concreto (material). Eis um dos aspectos da dialéctica do abstracto e do concreto, que Marx tão profundamente pensou.
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